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Por que assinar o projeto Tudo Sobre Plantas ?

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Ao longo de 08 (oito) anos de projeto, testamos várias fórmulas para tentar criar um projeto que se mantivesse “sozinho“, sem ajuda financeira de empresas patrocinadoras.

Vejamos as tentativas:

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Floresta velha, pulmão uma pinóia!

Por: Eng. Thomas Renatus Fendel – www.fendel.com.br

Quanta abobrinha se divulga se ensina e se engole, hoje e sempre, amém.

As velhas, centenárias, cansadas e aposentadas árvores, são pintadas de noviças intactas, cheias de predicados e virtudes saborosas.

Atribuem-lhes qualidades que não mais possuem, embora as tenham outras em abundância.

Invertem até seu ciclo biológico, no planeta inteiro.

Um pulmão, por definição, faz exatamente o contrário do que faz qualquer vegetal novo. Continuar lendo

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CO2 – É o santo, pintado de diabo!

 por: Eng. Thomas Renatus Fendel – www.fendel.com.br
 
ciclo-biogeoquimico 

Plantas não comem terra, comem CO2.

Adubos, terra e nutrientes são meros temperos na dieta de qualquer vegetal.

Como consequência, todos os seres vivos, inclusive o homus babacus, é constituído principalmente pelo carbono vindo do CO2.

O mal falado gás carbônico deveria ser canonizado.

Trata-se do mais importante tema da atualidade, não devido ao falso aquecimento global, mas pelo abobalhamento, pelo embuste, pela sacanagem, pelas negociatas em gestação, pela chance de desmascarar a podridão dos políticos, cientistas, transnacionais, mídias e demais vagabundos.

A quantidade total de CO2 na atmosfera é inferior a 0,04%, irrisória, em termos de influência no tal efeito estufa.

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Segundo edital de apoio a projetos de 2008 recebe propostas

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As inscrições vão até o final de agosto e podem participar instituições sem fins lucrativos com iniciativas que colaborem para conservação da biodiversidade e das áreas naturais brasileiras.

A Fundação O Boticário de Proteção à Natureza recebe propostas para o segundo edital de apoio a projetos de conservação da natureza deste ano. As datas limites para inscrições são: 24 de agosto para envio do formulário on-line e 31 de agosto para envio pelo correio.

O site http://www.fundacaoboticario.org.br/ traz as informações completas.

Nos seus 18 anos de trabalho, a Fundação O Boticário já financiou 1.146 projetos, que contemplaram todos os biomas nacionais, inclusive o Marinho, em todos os estados. Mais de 160 unidades de conservação federais, estaduais e municipais tiveram a contribuição de pesquisas para sua criação e proteção. Além disso, 33 espécies foram descobertas e 157 espécies em situação crítica foram estudadas de forma a promover a melhoria de sua proteção no habitat natural.

Combate às espécies exóticas

Dentre as linhas de apoio da Fundação está o patrocínio a pesquisas que visem à prevenção ou controle de espécies invasoras. Um exemplo é o projeto Cipó Vivo, do Instituto Guaicuy, que trabalha com o monitoramento e combate do capim-braquiária (Urochloa sp.), espécie exótica, no Parque Nacional da Serra do Cipó e na Área de Proteção Ambiental (APA) do Morro da Pedreira. “Este financiamento foi fundamental, pois estamos enfrentando uma situação de penúria muito grande nas unidades de conservação do país. Com o apoio, conseguimos viabilizar no projeto o casamento das atividades de educação ambiental, monitoramento e combate a incêndios”, explica a analista ambiental do Parque e responsável técnica do projeto, Kátia Ribeiro.

A iniciativa recebeu apoio pela primeira vez em 2006 e, devido aos bons resultados, conseguiu renovar a parceria no primeiro edital deste ano. Na primeira fase, foi implementado um viveiro de mudas nativas da região, utilizadas no replantio de áreas de mata ciliar e terrenos ocupados pela invasora. Também foram estudadas técnicas que efetivamente combatam a invasão e facilitem a volta da floresta nativa. “Atuando em conjunto com a escola local, conseguimos começar a recomposição florística, a braquiária parou a expansão dentro do Parque e os capins nativos começaram a cobrir as áreas invadidas com rapidez”, comemora Ribeiro.

O capim-braquiária, originário da África, é utilizado no Brasil para cultivo de pastagens. Por ter alta capacidade de frutificação e formar uma cobertura muito densa, ela abafa outras plantas e consegue se sobrepor facilmente. Além disso, a espécie se beneficia com a presença de fogo e pisoteio, porque absorve mais rápido que as nativas os nutrientes que ficam disponíveis após esses processos.

Além de implementar medidas para cessar a expansão das gramíneas invasoras, outro objetivo do projeto foi derrubar tabus e trabalhar em conjunto com a comunidade local. “Para a compreensão dos processos ecológicos, tentamos não fazer um discurso xenofóbico, mas mostrar quais os problemas da espécie exótica, que, além de ser de fora, é muito agressiva para as nativas. Ao mesmo tempo, tentando mostrar como ações constantes e insistentes e com uma boa base técnica podem levar ao sucesso uma empreitada grande como essa”, explica Ribeiro.

No início poucos acreditavam que o projeto daria certo, mas quando os resultados começaram a aparecer, vários interessados surgiram. Hoje, muitas pessoas procuram a equipe em busca de informações gerais, de como aprender a cultivar mudas para o projeto ou para oferecer apoio nos mutirões de capina e plantio. “Isso muda a região, passa a idéia de que o parque é um bem comum, ou seja, ajudando num mutirão no parque, você não está trabalhando para o Ibama ou para o Instituto Chico Mendes, mas trabalhando para a população, por algo que é um direito de todos”, conta a analista ambiental.

Nesta nova fase, além de continuar o combate à braquiária e o fortalecimento do voluntariado no Parque, outro objetivo é a seleção de dez jovens, dentre os 120 estudantes que participaram do programa Pesquisadores-mirins no primeiro projeto, para formação como monitores do parque, similar a um guarda-parque.

Saiba mais

Para acessar os formulários de inscrição e obter mais informações sobre o edital de apoio a projetos, clique aqui.

Fonte: [ Fundação O Boticário ]

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Ajude a Embrapa a conhecer melhor o pimentão

Caro Consumidor,

Ajude a Embrapa Hortaliças a conhecer mais sobre o pimentão.

Estamos realizando uma enquete para identificar quais são as características mais relevantes que você, consumidor de pimentão, leva em conta no ato da compra.

Sua resposta é muito importante pois ajuda os pesquisadores da Embrapa a desenvolver variedades de pimentão que melhor atendam as suas necessidades. A enquete está disponível no site da Embrapa Hortaliças:

www.cnph.embrapa.br

Contamos com você

Silvia Onoyama
Analista
Embrapa Hortaliças

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Embrapa lança livro sobre produção orgânica de hortaliças

Pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa Hortaliças), vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em comemoração à 3ª Semana dos Alimentos Orgânicos, lançaram nesta sexta-feira (09), em Brasília, a publicação Produção Orgânica de Hortaliças – o produtor pergunta e a Embrapa responde.

O livro, escrito por mais de 40 pesquisadores, contou também com a colaboração de pesquisadores de outras unidades da empresa, além de cientistas, professores e técnicos de outras instituições de pesquisa, ensino e extensão, além de produtores rurais que atuam no setor.

Editado pela Embrapa Informação Tecnológica, o livro Produção Orgânica de Hortaliças integra a coleção 500 Perguntas e 500 Respostas, onde apresenta informações técnicas sobre a produção orgânica de hortaliças e aborda assuntos como a legislação, mercado de comercialização, passando por manejo da água e do solo, adubação, controle de insetos-praga e doenças, procedimentos pós-colheita entre outros temas relacionados à produção orgânica.

O livro estará disponível aos interessados na sede da Embrapa, em Brasília e também na sua livraria virtual (www.embrapa.br) ao preço de R$ 30.

Fonte: [ Bonde News ]

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Citroën lança C4 movido à combustível vegetal bioetanol

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O C4 BioFlex é a primeira proposta da marca no domínio dos veículos que utilizam biocarburantes no mercado europeu. No território francês, as bombas de combustíveis distribuindo o E85 começam a aparecer. Prevê-se que 500 unidades sejam implantadas até o final deste ano.

Equipado com um motor 1.6 litros, que desenvolve 82 kW, o C4 BioFlex é um modelo integrado à gama C4. Esta nova versão do C4 participa da redução do efeito estufa pela diminuição de 5 % de emissões de CO2 em ciclo misto, e dá sua contribuição à redução da dependência energética por meio da utilização de uma energia renovável. Na saída do escapamento do veículo, a redução de emissões se eleva a 40%. O C4 BioFlex, disponível no modelo C4 5 portas, é proposta pelo mesmo preço que as versões a gasolina 1.6i 16V.

O combustível vegetal bioetanol é um álcool produzido pela fermentação de açúcar resultante de plantas (beterraba) ou do amido proveniente de cereais (trigo, milho, cana de açúcar).

[img:C4_Bioflex_07_BX.jpg,thumb,alinhar_esq_caixa]O uso do bioetanol apresenta certas vantagens em termos de meio-ambiente:as emissões de gás do efeito estufa ou CO2 (dióxido de carbono) produzidos pela combustão de veículos funcionando com biocombustíveis são em grande parte absorvidas pelo crescimento das plantas que servem para produzir o bioetanol, a utilização deste biocombustível permite igualmente, graças à presença de oxigênio em sua composição, reduzir outros poluentes e os biocombustíveis provêm de fontes renováveis.

O motor, importado do Brasil, incorpora modificações já aplicadas aos veículos utilizados localmente: segmentos e sedes de válvulas. As outras modificações foram feitas em tudo aquilo que está ligado à circulação do combustível, desde o reservatório, o módulo que assegura a medição e o bombeamento do combustível, as tubulações e o filtro de combustível.

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O super ah-sai-ee

Maria Luisa Cavalcanti

[img:20070713180217acaisite.jpg,full,alinhar_dir_caixa]A paranóia londrina pela alimentação saudável agora ganhou reforço brasileiro: o açaí (ou ah-sai-ee, segundo ensinam os rótulos).

A frutinha chegou com tudo às lojas de produtos orgânicos e às redes de supermercado chiques da cidade, sendo festejada como “the Amazon Rainforest Superberry”.

Ela vem como ingrediente de sucos e smoothies relativamente caros, com preços de até 4 libras (cerca de R$ 15). Mas em compensação, dizem os fabricantes das bebidas, o ah-sai-ee é “a fruta mais antioxidante encontrada na natureza”, “uma usina nutricional natural”, “a única que contém ômegas 6 e 9”.

Por tudo isso, nosso açaí é o último adendo à moda das superfoods – alimentos teoricamente repletos dos nutrientes essenciais a uma vida saudável. Fazem parte desta lista o abacate, a soja, a romã, o espinafre, as sementes de linhaça e várias outras.

Só que até agora não houve comprovação científica para isso, e muita gente já deixa de variar a dieta só para se alimentar de superfoods. Por isso, desde o começo do mês a União Européia proibiu que produtos contendo esses ingredientes sejam “marketeados” como sendo superfoods.

Se isso vai afetar as vendas do ah-sai-ee? Ainda é cedo para dizer. Mas um consumidor mais atento vai perceber que a frutinha amazônica compõe apenas 20% dos preparados – o resto é, em geral, suco de uva.

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Participe com sua Empresa e colabore com a Agroecologia

9º Encontro Mineiro Sobre Produção Orgânica
4º Encontro de Agricultura Orgânica de Pedralva e Região

Informações : http://br.geocities.com/sociedade.alternativa/index.html

3ª Feira de Produtos E Serviços Agroecológicos

As inscrições deveram ser feitas na internet no link abaixo :

http://br.geocities.com/sociedade.alternativa/inscricao.html

Em nome da agroecologia e da preservação do Nosso Planeta agradeço.

Um grande abraço;

Dener José Rigotti Chaves
Extensionista Agropecuário II
http://www.emater.mg.gov.br
( (35) 3663-1133
emelpedr@prefpd.netfacil.biz

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