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SiSTSP – Paineira-vermelha (Bombax ceiba)

NOME CIENTIFICO: Bombax ceiba
NOME(S) POPULAR(ES): Paineira-vermelha, Paineira-vermelha-da-Índia, Ceiba-colorada, Ceiba-tolúa, Algodoeiro do mato, Bómbax, Bonga, Borracha, Borracho, Cartageno, Ceiba, Imbiruçu, Kapok, Paineira da India, Panha, Panheira, Sumaúma
FAMILIA (Cronquist): Malvaceae
FAMILIA (APG): Malvaceae
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É uma espécie exótica, nativa da Índia, porém muito disseminada por aqui no Brasil.[6]

Muito utilizada no paisagismo urbano devido sua beleza, em julho fica totalmente coberta de flores vermelho vivo.

As árvores do gênero Bombax são das árvores maiores que se encontram nas respectivas regiões, alcançando de 30 a 40 metros de altura com troncos de 3 metros de diâmetro.

São as plantas das quais se alimentam as larvas de algumas espécies de Lepidoptera. A espécie Bucculatrix crateracma, por exemplo, alimenta-se exclusivamente das folhas de Bombax ceiba.[2]

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ficha disponivel online em:
http://www.tudosobreplantas.com.br/asp/plantas/ficha.asp?id_planta=26937
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| SiSTSP – Banco de Plantas Notaveis – Projeto Tudo Sobre Plantas
| registro atualizado em: 04/08/2015 11:19:42, por Anderson Porto.
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Uma árvore que acompanha gerações

Sumaúma de 91 anos é parte da vida da comunidade

Há lugares onde as árvores fazem parte da dinâmica, da rotina, da vida local. Elas preenchem espaços naturais e sentimentais. Existe uma música que diz: “as árvores são fáceis de achar, ficam plantadas no chão (…). Crescem pra cima como as pessoas, mas nunca se deitam, o céu aceitam”*.

A Sumaúma da Fazenda Roncador, em São Luis do Quitunde, parece aceitar o céu, a terra, o lugar e as pessoas que vivem ao redor e a divide com pequenos animais, plantas e insetos.

As pessoas, por sua vez, há três gerações crescem junto com ela e a acolhem. Com 91 anos, a Sumamúma exibe grandiosidade e robustez: o tronco possui 18 metros e só é possível avistá-la inteira há certa distância.

Foi o primeiro dono da fazenda, Aurélio Buarque Oliveira, quem a plantou e recomendou os cuidados continuados pelo filho, Antonio Buarque, e pelo neto, Ricardo Buarque, quem conta a história e se preocupa com a presença dos insetos e pequenos animais que habitam o interior da árvore.

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