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Emater/RS-Ascar, UFRGS e Embrapa realizam pesquisa em oliveira

Cultivo de oliveiras demonstra boa adaptação a solos gaúchos *** Foto: Kátia Marcon, divulgação Emater/RS-Ascar

Resistente à estiagem, a oliveira começa a mostrar seu potencial para os produtores gaúchos.

Em Cachoeira do Sul, uma pesquisa que envolve técnicos da Emater/RS-Ascar, da UFRGS e da Embrapa está avaliando a resposta da oliveira a diferentes doses de cálcio e boro.

Segundo Clésio Gianello, professor do Departamento de Solos e do Programa de Pós-graduação em Ciência do Solo e coordenador do Laboratório de Análises de Solo e de Tecido Vegetal da UFRGS, essa pesquisa destina-se a fazer testes de nutrição da planta no que diz respeito ao uso dos elementos cálcio e boro.

“Estamos há 3 anos desenvolvendo essa pesquisa. No primeiro ano, colhemos em média 8 quilos por planta da variedade Arbequina. Já no terceiro ano, estamos retirando em média 30 quilos por planta. Esses resultados se devem, principalmente, ao crescimento das plantas”, comemora Gianello.

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Trabalho de pesquisador brasileiro é destacado na Nature

Por Karina Toledo

Agência FAPESP – Há mais de 20 anos, o pesquisador Paulo Mazzafera tenta criar uma variedade de café naturalmente sem cafeína e viável de ser cultivada em escala comercial. O trabalho foi destacado na revista Nature do dia 15 de março.

Em dois momentos, Mazzafera, professor titular do Departamento de Biologia Vegetal do Instituto de Biologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), chegou a acreditar que havia alcançado seu objetivo. O primeiro foi em 2004, quando em parceria com Maria Bernadete Silvarolla, pesquisadora do Instituto Agronômico de Campinas (IAC), descobriu algumas plantas originárias da Etiópia que, graças a mutações naturais, eram livres de cafeína.

Como as plantas eram da espécie Coffea arabica, considerada a de melhor sabor e maior valor comercial, a descoberta parecia promissora. Em publicado na Nature em 2004, o grupo descreveu que as variedades etíopes tinham uma alteração na etapa final do processo bioquímico que transforma a teobromina – substância diurética e levemente estimulante – em cafeína.

“Ficamos extasiados. Sabíamos que as plantas encontradas não eram muito produtivas, mas sendo C. arabica achávamos que seria fácil fazer cruzamentos e transmitir essa característica (a ausência de cafeína) para cultivares mais produtivos”, disse Mazzafera à Agência FAPESP.

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