Cientistas fazem crescer grafeno de alta qualidade a partir de extrato da árvore do chá

 (Esquerda) folha da árvore do chá. (Direito) imagens de microscópio de grafeno crescido de óleo da árvore do chá para o (a) 1 segundo, (b) 1 minuto, (c) 2 minutos, e (d) 4 minutos. Crédito: Jacob, et al. © 2015 American Chemical Society

(Esquerda) folha da árvore do chá. (Direito) imagens de microscópio de grafeno crescido de óleo da árvore do chá para o (a) 1 segundo, (b) 1 minuto, (c) 2 minutos, e (d) 4 minutos. Crédito: Jacob, et al. © 2015 American Chemical Society

(Phys.org) – Grafeno foi produzido a partir de materiais tão diversos como plástico, baratas, biscoitos de escoteiras e fezes de cachorro e, teoricamente, podem ser cultivadas a partir de qualquer fonte de carbono. No entanto, os cientistas ainda estão à procura de um precursor de grafeno e um método de crescimento que seja sustentável, escalável e economicamente viável, uma vez que estes são todos os requisitos para realizar a comercialização generalizada de dispositivos baseados em grafeno.

Em um novo estudo, os pesquisadores têm crescido grafeno a partir da planta da árvore do chá Melaleuca alternifolia, a mesma planta utilizada para fazer óleos essenciais na medicina tradicional. Os pesquisadores demonstraram que eles poderiam fabricar área grande, filmes de grafeno quase livres de defeitos de óleo da árvore do chá em menos de alguns segundos a alguns minutos, enquanto que os métodos atuais de crescimento normalmente podem demorar várias horas. Ao contrário dos métodos atuais, o novo método também funciona a temperaturas relativamente baixas, não necessita de catalisadores, e não depende de metano ou de outros precursores não renováveis, tóxicas ou explosivas.

Os cientistas, Prof. Mohan V. Jacob da Universidade James Cook, em Queensland, Austrália, e colaboradores de instituições na Austrália, Cingapura, Japão e os EUA, publicaram um artigo sobre a nova técnica para o cultivo de grafeno a partir de extrato da árvore do chá em uma edição recente da revista Nano Letters.

“Esta pesquisa realiza fabricação de grafeno de boa qualidade, de poucas camadas, a partir de um precursor do meio ambiente,” disse Jacob para a Phys.org. “Em geral, de grande área de fabricação usando grafeno, um precursor ambientalmente amigável e processo rápido à uma temperatura baixa de fabricação é a maior importância deste presente trabalho.”

Para o cultivo de grafeno, os pesquisadores usaram uma técnica chamada deposição de vapor químico melhorado por plasma. Os investigadores alimentaram o extrato da árvore do chá vaporizada para o tubo aquecido, muito da mesma maneira como feito com o gás metano em versões anteriores. Assim que eles mudaram o plasma sobre o uso de eletrodos, o vapor foi quase que instantaneamente transformado em filme de grafeno.

Em todos os métodos de crescimento de grafeno, o produto final grafeno fica um pouco diferente. O grafeno crescido assim tem particularmente uma grande área de superfície e grandes bordas, com os cientistas estimar o comprimento total dos bordos de um centímetro quadrado a ser 2,6 km (1,6 milhas). Bordas de grafeno tem uma forte influência sobre as propriedades globais do material, com as bordas longas oferecendo vantagens para muitas aplicações, incluindo os eletrodos da bateria e sensores químicos.

Outra característica única do grafeno crescido aqui é que é uma das amostras grafene mais hidrofóbicas até a presete data. Em geral, os aumentos de hidrofobicidade como graphene 2D atinge mais camadas, tornando-se mais 3D. Em apoio a esta relação, imagens de microscópio aqui revelou características em nanoescala 3D na superfície do grafeno, que são provavelmente responsáveis ​​pela forte hidrofobia. Estes resultados sugerem que este grafeno pode ter aplicações para a criação de vários revestimentos e superfícies hidrofóbicas, como para os dispositivos médicos e tecidos que repelem a água.

Os pesquisadores também esperam que os filmes de grafeno produzido a partir do extrato da árvore do chá tem aplicações potenciais em dispositivos de memória não volátil de próxima geração chamado memristors, que armazenam memória em seus níveis de resistência elétrica. Eles demonstraram essa possibilidade, imprensando um semicondutor entre grafeno e alumínio, criando um dispositivo que exibe propriedades memristive.

Os pesquisadores planejam explorar mais estas aplicações e outras no futuro.

“Vamos nos concentrar em otimizar as propriedades do material e aplicação do material em várias aplicações de eletrônica”, disse Jacob.

Mais informações: Mohan V. Jacob, et al. “Catalisador-Free Plasma Crescimento Reforçada de grafeno a partir de fontes sustentáveis.” Nano Letters. DOI: 10,1021 / acs.nanolett.5b01363
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Traduzido automaticamente via Google Translator, com adaptações, do original em: [ Phys.org ]

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Publicação: A horta intensiva familiar

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[ CLIQUE NA IMAGEM PARA EFETUAR O DOWNLOAD ]

Manual do método Centro de Educaion y Tecnologia CET para implantação de hortas familiares, traduzido no final na década de 1990.

Fonte: [ AS-PTA ]

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SiSTSP – Paineira-vermelha (Bombax ceiba)

NOME CIENTIFICO: Bombax ceiba
NOME(S) POPULAR(ES): Paineira-vermelha, Paineira-vermelha-da-Índia, Ceiba-colorada, Ceiba-tolúa, Algodoeiro do mato, Bómbax, Bonga, Borracha, Borracho, Cartageno, Ceiba, Imbiruçu, Kapok, Paineira da India, Panha, Panheira, Sumaúma
FAMILIA (Cronquist): Malvaceae
FAMILIA (APG): Malvaceae
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É uma espécie exótica, nativa da Índia, porém muito disseminada por aqui no Brasil.[6]

Muito utilizada no paisagismo urbano devido sua beleza, em julho fica totalmente coberta de flores vermelho vivo.

As árvores do gênero Bombax são das árvores maiores que se encontram nas respectivas regiões, alcançando de 30 a 40 metros de altura com troncos de 3 metros de diâmetro.

São as plantas das quais se alimentam as larvas de algumas espécies de Lepidoptera. A espécie Bucculatrix crateracma, por exemplo, alimenta-se exclusivamente das folhas de Bombax ceiba.[2]

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ficha disponivel online em:
http://www.tudosobreplantas.com.br/asp/plantas/ficha.asp?id_planta=26937
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| SiSTSP – Banco de Plantas Notaveis – Projeto Tudo Sobre Plantas
| registro atualizado em: 04/08/2015 11:19:42, por Anderson Porto.
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Ana Primavesi – brasileira pioneira da agroecologia

Engenheira agrônoma brasileira, de 92 anos, receberá o principal prêmio de agricultura orgânica mundial.

ana-primavesi

Depois de 65 anos na luta pela saúde dos solos, a engenheira agrônoma Ana Primavesi, de 92 anos, receberá o One World Award – o principal título de agricultura orgânica mundial. Conferido pela International Federation of Organic Agriculture Movements (Ifoam), o prêmio honra ativistas cujo trabalho tenha impactado positivamente a vida de produtores rurais, sobretudo os mais desfavorecidos. Neste ano, a cerimônia será realizada em setembro, na Alemanha.

Uma das pioneiras do movimento orgânico no Brasil, a austríaca naturalizada brasileira foi escolhida pelo grande impulso que deu aos movimentos agroecológicos não só no Brasil, como na América Latina, contribuindo, segundo os organizadores, para moldar um paradigma alternativo à agricultura industrial.

Ana dedicou a sua vida a ensinar como é possível aliar a produção de alimentos à conservação do meio ambiente, nunca se esquecendo do pequeno produtor e das suas necessidades. “O segredo da vida é o solo, porque do solo dependem as plantas, a água, o clima e nossa vida. Tudo está interligado. Não existe ser humano sadio se o solo não for sadio e as plantas, nutridas”, disse em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo.

Em 65 anos de trabalho, Ana não somente revolucionou a produção agrícola, mas também mudou a vida de muita gente para melhor. Por isso esse prêmio é mais que merecido. Se você quer se familiarizar um pouco mais com o trabalho desta agrônoma espetacular, vale a pena ler o livro Manejo Ecológico do Solo – escrito por ela e considerado uma das bíblias da produção orgânica e leitura obrigatória nas faculdades de Agronomia do país – ou assistir o documentário [ O Veneno Está Na Mesa ].

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Fonte: [ As Boas Novas ]

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SiSTSP – Sal-vegetal (Sarcocornia perennis)

NOME CIENTIFICO: Sarcocornia perennis
NOME(S) POPULAR(ES): Sal-vegetal
FAMILIA (Cronquist): Amaranthaceae
FAMILIA (APG): Amaranthaceae
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Uma planta descoberta por pesquisadores da Epagri de Itajaí, originária do litoral catarinense, será a matéria prima para o primeiro sal de origem vegetal do Brasil.

A Sarcocornia produz sal cristalizado com três vezes menos cloreto de sódio do que o sal de cozinha. A grande vantagem é que além do sódio ela tem em sua composição outros sais que também dão sabor ao alimento e não causam mal à saúde.[3]
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ficha disponivel online em:
http://www.tudosobreplantas.com.br/asp/plantas/ficha.asp?id_planta=19912
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| SiSTSP – Banco de Plantas Notaveis – Projeto Tudo Sobre Plantas
| registro atualizado em: 12/06/2015 09:02:05, por Anderson Porto.
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SiSTSP – Casuarina (Casuarina equisetifolia)

NOME CIENTIFICO: Casuarina equisetifolia
NOME(S) POPULAR(ES): Casuarina, Pinheiro-casuarina, Pinus-australiano
FAMILIA (Cronquist): Casuarinaceae
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Essa espécie é largamente plantada em todos os cont inentes, em regiões climáticas favoráveis, para quebra-ventos, ornamentação de ruas, conservação de solos e fixação de dunas (Goor, 1968). [6]

A espécie C. equisetifolia é utilizada com frequência para fins decorativos e de abrigo junto à costa, sendo extremamente tolerante à exposição ao vento e aos efeitos do mar.

A sua madeira é aproveitada para lenha e para pequenas construções.

Foi introduzida na Bermuda, onde é utilizada para abrigo e para melhoria do solo, já que para além de fixação de nitrogênio permite baixar o pH, dado que a predominância de calcário gera solos manifestamente alcalinos.[2]

Com o seu crescimento rápido e facilidade de fixação ao solo, a espécie é útil para reflorestação rural e urbana nas regiões tropicais e subtropicais, particularmente em zonas ventosas e sujeitas aos efeitos do mar.

Cresce nas regiões temperadas desde que não sujeitas a geadas frequentes.[3]
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ficha disponivel online em:
http://www.tudosobreplantas.com.br/asp/plantas/ficha.asp?id_planta=22313
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| SiSTSP – Banco de Plantas Notaveis – Projeto Tudo Sobre Plantas
| registro atualizado em: 27/05/2015 21:48:26, por Anderson Porto.
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Carta de Ruy Freire Filho para a Folha de São Paulo

Carta que o Ruy Freire Filho mandou para a Folha de São Paulo, em resposta à vergonhosa entrevista do presidente da Monsanto no Brasil publicada na segunda-feira, 25/05/2015.

“A entrevista com Rodrigo Santos, presidente da Monsanto no Brasil, tangenciou pontos nevrálgicos da questão dos transgênicos, fundamentais para o leitor do jornal entender a polêmica em torno de alimentos geneticamente modificados e do risco que representam para a segurança alimentar.

1-Os cultivares transgênicos são altamente dependentes de insumos (fertilizantes, defensivos) para alcançarem a prometida produtividade, aumentando a dependência do agricultor de crédito subsidiado e do país da importação de fertilizantes químicos e princípios ativos de defensivos. No caso da soja transgênica a produção sequer é maior, ela simplesmente poupa uma operação extra de pulverização de herbicida, já que a dosagem do mesmo pode ser dobrada.

2-A tecnologia desenvolvida pela Monsanto visa criar um pacote tecnológico envolvendo produtos da empresa- a soja transgênica resiste a uma dosagem maior do herbicida Roundup, produzido pela empresa . Alias produto classificado como carcinogênico o que inclusive fez com que o presidente colombiano Juan Manuel Santos interrompesse as pulverizações de plantações de coca em função do impacto sobre a saúde das populações locais.

3-A questão dos royalties. Estudo da EMBRAPA mostra que o custo das sementes transgênicas fez com o plantio da soja tradicional desse maiores retornos econômicos aos produtores brasileiros do que o da soja transgênica da empresa em questão. O pagamento de royalties e a alta dependência de insumos dos produtos transgênicos tem levado á um suicídio em massa na India de agricultores endividados.

4-O item mais importante se refere ao impacto sobre a saúde humana e sobre o meio ambiente. Inúmeros estudos mostram que a modificação genética afetou negativamente a saúde de animais e que provavelmente não são seguros para consumo humano. O produto transgênico afeta o meio por dois mecanismos: o da poluição genética ao introduzir um gene estranho no meio com consequências imprevisíveis e pela aumento do uso dos defensivos contaminadores do solo e do lençol freático.

5-O produto transgênico pode através da polinização contaminar as variedades não transgênicas em plantas, diminuindo a variação genética indispensável para segurança alimentar. A fome na Irlanda no século XIX é um exemplo do risco que representa o cultivo de de um só cultivar para sustentar uma população.

6-A hegemonia das sementes transgênicas, criadas por mecanismos de acesso ao crédito rural, põe em risco a preservação de variedade genética. Peru e mais recentemente a Bolivia, países berços de uma das maiores fontes de variação genética de alimentos estratégicos para a humanidade proibiram o plantio de transgênicos em seu território. A medida não é só para proteger as variedades nativas, como a de um futuro próximo produzir comercialmente sementes para abastecer mercados fora do país. As sementes tradicionais tem sido notórias em produzir em condições desfavoráveis com baixo aporte de insumos.

7-A estratégia da transgenia tem sido desastrosa como fica evidenciado o desenvolvimento da resistência das lagartas ao milho transgênico com a toxina da bactéria Bacillus thurigisiensis, com a consequente perda da safra e processos judiciais, no Brasil, que infelizmente não tem tido a mesma divulgação pela imprensa.

8-A Monsanto não tem investimentos só na área de agricultura. Recentemente se tornou a principal acionista da Blackwater a mais importante empresa mundial no aluguel de mercenários.

9-A Monsanto tem desenvolvido produtos como a dioxina, sacarina, PCB, poliestireno, DDT, agente laranja, glifosato e aspartame por exemplo, com comprovado impacto sobre a saúde humana e do que põe em dúvida suas credenciais como geradora de tecnologias seguras.

Dr. Ruy Alfredo de Bastos Freire Filho

Associação dos Agricultores Organicos”

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Plantas companheiras – tabela para horta caseira e calendário de plantio

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[ CLIQUE NA IMAGEM PARA VER A TABELA COMPLETA !! ]

Preparamos para você uma tabela com a relação entre todas as plantas companheiras ou antagônicas, perfeita para imprimir, plastificar e colocar próximo a sua horta.

Todos sabem que a salsa (Petroselium spp) é uma planta de horta que se desenvolve melhor quando em cultivada sozinha no canteiro.

Na verdade, ela é uma planta alelopática, que não permite o desenvolvimento de outras junto dela.

A Família Umbelliferae, da salsa e do coentro (Coriandrum sativum) tem esta característica.

Mas mesmo não sendo alelopáticas as plantas poderão ser companheiras ou antagonistas em relação a outras vizinhas na horta.

Calendário de plantio

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Fonte: [ Faz Facil ]

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A maconha pode salvar o nosso mundo

maconha

A maconha é a única planta que pode salvar o planeta. Não é questão de fazer os mesmos produtos que outras matérias primas. Ela faz produtos de melhor qualidade e mais ecológicos.

Atualmente é proibido cultivar cânhamo no Brasil, o que é um grande prejuízo. O nosso Nordeste tem condições perfeitas para essa prática, com seu clima seco e sol abundante. Desmatamento de florestas, queima de combustíveis fósseis, pulverização de grandes quantidades de pesticidas, entre outros malefícios ao meio ambiente poderiam ser evitados a partir da produção de maconha para uso industrial.

Só para esclarecer, o produto é o cânhamo (hemp) e não a maconha de consumo recreativo ou medicinal de efeito psicoativo. O hemp não da brisa, pois não tem quantidades suficientes de THC para isso. Se você o fumar provavelmente só acabará com dor de cabeça e muita tosse.

Por conta de sua aparência semelhante à maconha tradicional, preconceito, proibição e muita ignorância, o cânhamo continua proibido no Brasil. Mas a informação ainda não está proibida, apesar de tentarem. Então aqui vão algumas maneiras de como o cânhamo pode nos ajudar.

 

Papel

O hemp se regenera em questão de meses e cresce muito rápido, o que é um ótima solução para a fabricação de papel. Ao contrário do eucalipto (árvore que pode levar mais de 30 anos para estar pronta para colheita), o cânhamo está pronto para ser usado em cerca de 4 meses. Um campo de cânhamo fornece a mesma quantidade de polpa que quatro campos de árvores.

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(multiplica!) memória visual da terra #5 – O CÔCO, DA ÁGUA À SEMENTE

com Chelah e Tiê

Projeto itinerante que promove o fortalecimento e multiplicação das sementes crioulas e da biodiversidade a partir da sabedoria ancestral, através de ações para a troca de conhecimentos e sementes livres, registrando iniciativas e nomeando guardiões para espécies quase em extinção.

Integrar e aproximar as comunidades rurais e tradicionais dos centros de permacultura e novos rurais.

A multiplicação não para!

Apoie…
http://www.multiplica.org
https://www.facebook.com/multiplicasabedoria

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