CTNBio libera uso comercial de eucalipto transgênico

Reunião realizada nesta quinta, dia 9, em Brasília, também aprovou liberação comercial de soja resistente ao 2,4D

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A Comissão Técnica Nacional de Biotecnologia (CTNBio) liberou a produção comercial da variedade de eucalipto geneticamente modificado. Uma variedade de soja resistente ao herbicida 2,4D também foi aprovada.

A CTNBio analisou a documentação sobre o eucalipto H421, fornecida pela empresa da empresa FuturaGene Brasil. O relatório é resultado de oito anos testes a campo com a variedade. O principal benefício buscado pela tecnologia é a redução do ciclo e o maior desenvolvimento vegetal. Na reunião realizada nesta manhã, em Brasília, foram 18 votos a favor e três contra.

Um dos votos contrários à liberação é do pesquisador da Escola Superior de Agricultura (ESalq/USP) Paulo Kageyama. De acordo com o professor, mesmo com o ciclo reduzido de sete para cinco anos, a variedade transgênica irá consumir mais água do solo, podendo agravar a crise hídrica.

– Vai se diminuir o período de produção para o período que consome mais água. E todo mundo sabe que o eucalipto é gastador de água – diz Kageyama.

O pesquisador também aponta riscos à saúde humana e à produção e exportação de mel orgânico, que seria contaminado com o pólen transgênico.

Entre os favoráveis à liberação, está o também professor da ESalq, Hilton Thadeu Couto. Ele explica que pesquisas recentes comprovaram que o comportamento e a atividade de produção das abelhas não se modificaram. E que a proteína NPT2, introduzida no eucalipto geneticamente modificado, se degrada rapidamente no trato intestinal de mamíferos, de acordo com estudos realizados desde a década de 1990, e portanto, não oferece risco à saúde humana. O professor também alerta para a mais recente pesquisa do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) sobre o consumo de água do solo.

– A pesquisa do Inpe divulgada esta semana mostra que o eucalipto aumenta a quantidade de água no solo entre 20% e 30%. Além disso, não se perde a água usada no eucalipto. Ou ela vai para os rios, ou para o ar, onde volta como chuva – argumenta.

No mês passado, a reunião da CTNBio para aprovação do eucalipto gerou manifestações do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e da Via Campesina. Na ocasião, os manifestantes destruíram mudas de eucaliptos da Suzano, em São Paulo, e impediram a sequência da votação na reunião da Comissão em Brasília. Desta vez, não houve protestos, mas a coordenação do MST se manifestou contrária à decisão através de nota.

– As conseqüências ambientais, sociais e de saúde pública são ignoradas pela CTNBio, pois a maioria dos seus integrantes se coloca a favor dos interesses empresariais – pontuou o movimento, em nota.

Milho e soja resistentes ao 2,4D

Hoje, uma variedade de soja resistente ao herbicida 2,4D foi aprovada. Na reunião passada, os membros da CTNBio também liberaram uma semente de milho da Dow Agrosciences resistente ao 2,4D – substância que está em análise pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Fonte: [ Canal Rural ]

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Médicos confirmam primeira morte humana oficialmente causada por transgênicos – [BOATO!]

edit: Após verificar no site Snopes.com [ LINK ] descobrimos que esta é uma NOTÍCIA FALSA e o texto original foi apagado para evitar que as pessoas compartilhem boatos.

Pedimos desculpas pela postagem.

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O trevo de quatro folhas realmente existe?

O trevo de quatro folhas existe. Mas o verdadeiro trevo com as quatro folhas é resultado de uma anomalia genética, na qual a planta que deveria ter apenas três folíolos, acaba originando um folíolo a mais. O verdadeiro trevo-de-quatro-folhas é formado a partir de plantas da família Fabaeae, do gênero Trifolium sp.. O nome já diz: tri=três e folium=folha, assim essas folhas só poderiam ter três folíolos!

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Existem estudos sobre a essa anomalia no Trifolium sp. ainda não se sabe ao certo se é causada por fatores genéticos, ambientais ou ambos. Geneticamente, a raridade do trevo de quatro folhas sugere que gene recessivo em baixa frequência seja a causa da sua formação. Alternativamente, trevos de quatro folhas podem ser causado por uma mutação somática ou de um erro do desenvolvimento de causas ambientais. A condição também pode ser causado pela interação de vários genes que acontecer para separar a planta individual. Assim, eu diria que essas quatro razões poderiam ser aplicadas para cada caso. Dizem que existem cerca de 10.000 trevos de três folíolos por um de quatro folíolos.

Na verdade, os Trifoliuns podem ter até mais que quatro folhas, ou seja, é possível na busca de um trevo da sorte que você encontre 5, 6 ou até mais folhas. É raro, mas não é impossível. Um erro muito comum é dizer que o raminho do trevo só pode possuir as três folhas, na verdade cada raminho é uma folha e ela deve ser dividida em três folíolos, que são como “sub-folhas”.

Por causa deste estado místico do trevo da sorte, já existem estudos para cultivo de trevos verdadeiros com quatro folíolos na qual são criadas situações ambientais adversas e técnicas de cultivo que aumentam a probabilidade dessa anomalia surgir. Mas atenção: existe uma confusão muito grande quanto ao verdadeiro trevo da sorte, a Oxalis tetraphylla uma espécie de planta que possui naturalmente quatro folhas costuma ser vendida como trevo da sorte, tirando proveito do estado místico de trevos de quatro folhas.

De acordo com tradições, como folhetos trazer boa sorte aos seus descobridores, especialmente se encontraram por acaso e caso você seja contemplado não deve presentear ninguém a sorte que foi sua. Segundo a lenda, cada folheto representa algo: O primeiro é a esperança, o segundo é a fé, o terceiro é para o amor e se encontrar o quarto, indica sorte.

Este é o falso trevo de quatro folhas (Oxalis sp.). Naturalmente essa planta sempre tem quatro folíolos!

Este é o falso trevo de quatro folhas (Oxalis sp.). Naturalmente essa planta sempre tem quatro folíolos!

Fonte: [ Diário de Biologia ]

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Livro “Horta em Pequenos Espaços” da Embrapa

Clique na imagem para fazer o download

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Recém-lançado, o livro “Horta em Pequenos Espaços” é uma publicação da Embrapa Hortaliças (Brasília-DF), destinada ao público urbano, que traz informações detalhadas de todas as etapas do cultivo de horta caseiras desde o preparo do solo até o manejo diário das hortaliças.

Com o crescente interesse das pessoas em consumir alimentos frescos e saudáveis, o cultivo de hortas no ambiente doméstico torna-se uma boa opção para quem está interessado em produzir hortaliças para o consumo próprio. O livro demonstra como é possível aproveitar espaços ociosos de corredores, varandas, sacadas e quintais para produzir alimentos livres de agrotóxico para o consumo familiar.

“Qualquer espaço pode ser utilizado, o único requisito é que se tenha, no mínimo, 5 horas de sol ou, ao menos, calor e luminosidade para que a planta consiga realizar a fotossíntese”, esclarece o técnico agrícola Adejar Marinho, um dos autores do livro e palestrante do curso “Horta em Pequenos Espaços”, ministrado desde 2004.

Além das explicações de como cultivar hortaliças em espaços reduzidos de casas e apartamentos, a publicação ainda traz um capítulo sobre a importância nutricional das hortaliças para a saúde humana, relacionando os nutrientes e substâncias presentes nesses alimentos que contribuem para a prevenção de doenças.

Outra proposta do título é propiciar ao leitor a realização de uma atividade relaxante que ajude a aliviar o ritmo acelerado de vida. “A iniciativa estimula um maior contato com a natureza, atividade que pode funcionar como coadjuvante na prevenção do estresse cotidiano”, discorre Celso Moretti, chefe-geral da Embrapa Hortaliças, na apresentação do livro.

No mesmo sentido, Marinho acrescenta que quem cultiva a própria horta, além de evitar o desperdício e colher alimentos saudáveis, exerce uma atividade terapêutica e de integração familiar. “As crianças podem auxiliar e, assim, adquirir desde novas o hábito saudável de comer hortaliças. É uma questão de qualidade de vida aliada à satisfação de ver uma sementinha germinar até chegar ao ponto de ser consumida por toda família”, ilustra.

Serviço
Os interessados em adquirir o livro “Horta em Pequenos Espaços” devem entrar em contato com o SAC da Embrapa pelo email cnph.sac@embrapa.br

Fonte: [ Embrapa Hortaliças ]

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Como fazer mudas de alecrim

Vamos fazer mudas de alecrim? É bem fácil, que tal experimentar?

Primeiro retire estacas das pontas de alguns ramos, todas com 10 a 15 cm. Depois, retire com a mão as folhas de cerca de metade de cada estaca, puxando-as “para cima”, no sentido da ponta do ramo.

Estacas de alecrim

Estacas de alecrim

Depois, raspe com o auxílio de uma faca, 3 “cortes” nas laterais inferiores dos ramos, uma técnica chamada de “expor o câmbio”, aquela parte branca por baixo da casca.

Câmbio exposto

Câmbio exposto

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14 Alimentos que você compra uma vez e replanta para sempre

Você sabia que muitos alimentos que consumimos, e jogamos fora, podem ser replantados… PARA SEMPRE?

Pois é, então a melhor coisa a se fazer, para o bem da natureza, do seu bolso, e da sua saúde é apostar em mini-hortas. Separei uma lista dos alimentos mais interessantes para você replantar.

CEBOLINHA
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Quando for usar a cebolinha, separe toda a parte branca e mais um pedacinho da parte verde. Coloque dentro de um copo com água, cobrindo cerca de 2,5 cm (a parte branca). Deixe num local ensolarado e dentro de poucos dias, terá cebolinhas novas para usar e não precisará mais comprar. Troque a água todos os dias. Se tiver um quintal, também poderá replantar e terá mais cebolinhas que qualquer Mônica poderia aguentar, até para dividir com amigos, vizinhos e família.

MANJERICÃO
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Acho o mais saboroso e o mais cheiroso dos temperos. Separe mais ou menos três pares de hastes, corte-as com uns 10 a 15 cm, escolha as mais bonitas, retire as folhas da parte de baixo, também as flores, deixando apenas algumas folhas na parte superior. Coloque num copo de vidro com água até a metade e deixe num lugar ensolarado, trocando a água de dois em dois dias. Depois, quando as raízes estiverem com o tamanho de 2 cm é hora de replantar num vaso médio, grande ou numa floreira, pois ele precisa de espaço e de sol. Assim terá manjericão por um ano sem problemas, para molhos pesto, pizzas marguerita e qualquer outro prato #delícia.
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Novidades à base de extratos vegetais para emagrecer

Irvingia_gabonensisO grande avanço tecnológico na área de produtos naturais vem introduzindo novos alimentos e medicamentos à base de extratos vegetais no mercado mundial. Entre eles vale citar os novos produtos que ajudam a emagrecer, promessas para o controle de um dos problemas mais sérios nos países desenvolvidos: o excesso de peso.

Infelizmente nem todos estão disponíveis no Brasil, pois há uma maior exigência da Anvisa apara autorizar a comercialização desses produtos por aqui.

Uma das novidades mais promissoras é um fruto chamado irvingia, ou manga selvagem africana (Irvingia gabonensis), obtido de uma árvore que cresce na África Central. Esse fruto tem sido utilizado na alimentação e como produto medicinal há vários séculos, e seu efeito em reduzir o peso corporal era conhecido das populações locais.

Um programa da Organização Mundial da Saúde (OMS) financiou estudos para validar seu emprego medicinal. Num estudo clínico, com 10 semanas de duração, em 120 pessoas, os pacientes que ingeriram o extrato de irvingia perderam uma média de 7 kg contra 0,5 Kg do grupo placebo.

Ainda não está completamente esclarecido como a irvingia atua, mas se sabe que sua atuação é principalmente no metabolismo das gorduras. Os pacientes que ingeriram o fruto africano tiveram reduções muito significativas do colesterol e dos triglicerídeos no sangue, além de uma diminuição importante do percentual de gordura, mesmo sem uma redução significativa da ingestão calórica.

Outro extrato natural que está sendo comercializado nos Estados Unidos é o de um cactus chamado Hoodia gordoni. Ele já era bem conhecido há muito tempo pelas populações do deserto do Kalahari, que comiam esse cactus para suportar a fome e a sede enquanto atravessavam lugares sem água e alimentos. Os estudos científicos isolaram substâncias conhecidas como “glicosídios pregnânicos” que possuem uma capacidade de inibir a fome cem vezes superior à da glicose, a nível do hipotálamo, no cérebro.

Substâncias muito parecidas foram encontradas também num cactus da Ásia, Caralluma fimbriata. Da mesma forma como a Hoodia, os compostos isolados da caralluma se mostraram potentes inibidores do apetite em estudos farmacológicos.

Na etnofarmacologia, foi constatado que algumas tribos indianas faziam uso tradicional do cactus como um supressor do apetite. Num estudo clínico, o uso de um grama de extrato do cactus ao dia causou redução significativa do peso e a circunferência toráxica, em relação ao placebo.

Esses novos ativos possibilitam uma melhora significativa da eficiência de tratamentos à base de extratos naturais para redução de peso e obesidade. Numa época onde a principal droga convencional para reduzir o apetite, a sibutramina, está cada vez mais condenada, com suspeita de provocar hipertensão e problemas cardíacos, há uma luz para os pacientes que desejam tratamentos mais suaves e seguros.

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Artigo escrito pelo clínico geral Alex Botsaris, autor de livros como Fórmulas Mágicas e Medicina Complementar.

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Trabalhadores de Cacau Provam Chocolate Pela Primeira Vez

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Um televisão holandesa foi responsável pela produção deste registo emocionante, que nos faz reflectir profundamente sobre o que acontece até provarmos a comida que temos em casa.

Trabalhadores das produções de cacau, na Costa do Marfim, foram convidados a comer chocolate pela primeira vez. Todos afirmavam que não sabiam para que serviam os grãos de cacau que extraem da planta.

No vídeo conhecemos também Alfonse. Um camponês que faz cerca de 6 euros por dia para sustentar uma família de 15 pessoas e manter mais 4 trabalhadores.

Esta não é uma história isolada. Um pouco por todo o mundo, em países muito sub-desenvolvidos, grandes marcas conseguem produções extremamente baratas e com condições quase criminosas.

Os trabalhadores, na sua grande maioria, nunca usufruem daquilo que produzem. Por isso, a próxima vez que comer chocolate, lembre-se deste vídeo.

Fonte: [ Chiado Magazine ]

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SiSTSP – Taboa (Typha domingensis)

NOME CIENTIFICO: Typha domingensis
NOME(S) POPULAR(ES): Taboa, Bucha, Capim-de-esteira, Erva-de-esteira, Espadana, Landim, Paina, Paina-de-flecha, Paineira-de-flecha, Paineira-do-brejo, Paneira-de-brejo, Paneira-do-brejo, Partasana, Pau-de-lagoa, Tabebuia, Taboinha, Tabu, Tabua, Tabuca, Tabuba, Tifa, Totora, Tabôa
FAMILIA (Cronquist): Typhaceae
=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-
Planta hidrófita (aquática) típica de brejos, manguezais, várzeas e outros espelhos de águas.

Altamente adaptável, encontra-se espalhada por todo o mundo, e em algumas partes é até mesmo considerada uma praga.

A sua fibra, durável e resistente, pode ser utilizada como matéria-prima para papel, cartões, pastas, envelopes, cestas, bolsas e outros itens de artesanato.

É uma depuradora de águas poluídas, absorvendo metais pesados.[2]

Tem grande capacidade de absorver metais pesados podendo servir para limpeza de águas contaminadas em projetos de fitorremediação.[3]
=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-
ficha disponivel online em:
http://www.tudosobreplantas.com.br/asp/plantas/ficha.asp?id_planta=21916
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| SiSTSP – Banco de Plantas Notaveis – Projeto Tudo Sobre Plantas
| registro atualizado em: 05/03/2015 17:38:49, por Anderson Porto.
=-=-

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Cientistas da Universidade de Michigan concluem que legumes contem nicotina

legumesTrês cientistas da Universidade de Michigan chegaram a uma conclusão decepcionante: segundo suas observações, a nicotina se encontra em muitos alimentos tais como tomates, batatas e beringelas (todas as plantas da família das solanáceas).

Assim, 10 gramas de beringela contêm 1 micrograma de nicotina, aproximadamente as pessoas inspiram esta quantidade de alcalóide durante três horas do tabagismo passivo.

Habitualmente, os cigarros contêm 1 miligrama de nicotina (depende da marca – nota do blog), o que significa que 10 kg de beringela, devido ao conteúdo deste alcalóide, são equivalentes a um cigarro.[1]

Salada de nicotina

A quantidade de nicotina no sangue sempre foi o indicador usado para classificar os fumantes passivos – aqueles que são obrigados a inalar o ar poluído pelos cigarros dos fumantes. Agora, porém, uma pesquisa feita na Universidade de Michigan com um grupo de não-fumantes revela que o tabaco não é o único vilão dessa história.

Já se sabia que a batata, a berinjela, a pimenta e o tomate contêm uma quantidade apreciável de nicotina – nada de espantoso, porque são da mesma família do tabaco.

Assim, os cientistas descobriram que se uma pessoa consumir 10 gramas de berinjela terá no sangue o mesmo tanto de nicotina que teria se tivesse passado três horas num quarto enfumaçado; 150 gramas de batata (equivalentes a um pacote de fritas dos grandes das lanchonetes) dariam o mesmo resultado, bem como 250 gramas de tomates ou 5 gramas de couve-flor ou brocólis – embora estes últimos não sejam da família do tabaco.

Como não se consideram os alimentos para calcular os riscos a que se expõe um fumante passivo, a nova pesquisa acrescenta ingredientes revolucionários à questão. Afinal, a nicotina ingerida é tão nociva quanto a que se inala? Para saber a resposta será necessário continuar as pesquisas com um grupo de não-fumantes, que durante certo tempo deixe de comer esses vegetais.[2]

Fontes:

[1] Eco4U

[2] Superinteressante

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