Herbarium Laboratório Botânico completa 22 anos

Redação, com colaboradores [27-09-2007]

No próximo dia 30 de setembro o Herbarium Laboratório Botânico completa 22 anos. Fundado em 1985 pela empreendedora Magrid Teske, a empresa hoje é a indústria líder no mercado de fitoterápicos.

Nesses 22 anos o Herbarium se destacou pela variedade de seus produtos e qualidade dos serviços prestados, como uma empresa com capital 100% nacional e que possui o maior número de fitoterápicos registrados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa.

Atualmente a indústria tem sua sede na cidade de Colombo, Região Metropolitana de Curitiba, e foi a primeira, dessa área, a obter diversas certificações nacionais, como a ISO 9001/2000, BPF – Boas Práticas de Fabricação e a habilitação Reblas – Rede Brasileira de Laboratórios Fitoterápicos.

O Herbarium tem conquistado vários prêmios nesses 22 anos de história. Foi agraciado em 2007 novamente com o Prêmio Sesi de Qualidade no Trabalho (PSQT) na categoria regional – média empresa e ficou, pelo sexto ano, entre as 100 Melhores empresas para se trabalhar e já conquistou essa premiação em nível internacional, ficando entre as 150 melhores da América Latina.

Fonte: [ ParanaShop ]

Prefeitura abre concorrência para Horto do Guabirotuba

Obras estão orçadas em R$ 4 milhões

A Prefeitura de Curitiba abriu concorrência pública para contratação de obras de engenharia para revitalização do Horto Municipal do Guabirotuba. O aviso de concorrência foi publicado nesta terça-feira (25) em jornal local e no Diário Oficial do Estado – Atos do Município.

Orçadas em R$ 4 milhões, as obras incluem construção e reforma de salas, guarita, gradil, calçadas e ruas internas, copa, sanitários, área de serviço, auditório, hall de entrada, depósito e estruturas para semeadura, germinação, repicagem (produção de estoque). Ainda neste ano, a Prefeitura licitará, na modalidade pregão, a compra de novos equipamentos para o Horto, com um custo previsto em R$ 1 milhão.

Empresas interessadas em participar da concorrência têm até as 9 horas do dia 29 de outubro para protocolar os documentos de habilitação e proposta de preços no Serviço de Protocolo da Secretaria Municipal de Obras Públicas, na rua Emílio de Menezes, 450, bairro São Francisco.

Os envelopes com os documentos de habilitação serão abertos no mesmo dia 29 de outubro, em sessão pública, com início às 10 horas. O Edital está à venda na gerência de Licitações e Cadastramento, na Secretaria de Obras Públicas, por R$ 70,00.

A revitalização do Horto faz parte do projeto de compensação ambiental pela construção da Linha Verde no trecho urbano da antiga BR 116. O Horto passará a ter espaço de estudos e educação ambiental. A produção anual de mudas aumentará em 25%, passando de 2 milhões para 2,5 milhões de unidades.

Esta é a maior reforma feita nas últimas décadas no Horto do Guabirotuba, que tem 59 mil metros quadrados. O Horto, afirma o prefeito Beto Richa, é referência da cidade na produção de plantas ornamentais e um dos fatores que influenciaram o hábito curitibano de cultivar plantas e implantar jardins em suas casas, o que contribui com a beleza da cidade.

As plantas ornamentais produzidas no Horto são destinadas aos parques, praças e logradouros da cidade, onde são admiradas pela população local e pelo grande número de turistas que visitam Curitiba.

Linha Verde – O projeto da Linha Verde, que na etapa atual vai ligar os bairros Pinheirinho e Jardim Botânico, inclui a implantação de uma área verde que será ligada ao Horto na Estação PUC, facilitando o acesso dos participantes das atividades de educação ambiental. No Horto, serão plantadas 2.600 árvores de 28 espécies nativas. São árvores iguais as 2.600 que serão plantadas na Linha Verde, o que permitirá eventual reposição e ampliação do acervo do horto.

A Linha Verde – um investimento de R$ 121 milhões feito pela Prefeitura de Curitiba com financiamento parcial do Banco Interamericano de Desenvolvimento -abrigará o sexto corredor da Rede Integrada de Transporte. Terá oito estações de embarque e desembarque, 5,9 quilômetros de ciclovia, parque com 21 mil metros quadrados, novas linhas de ônibus, faixas de estacionamento e pistas de tráfego para acesso aos bairros e comércio local.

Serviço:

Concorrência Pública para obras no Horto do Guabirotuba

  • Entrega de documentação e propostas: até 9h do dia 29/10/07
  • Abertura documentação:10h do dia 29/10/07
  • Edital e anexos: R$ 70,00.
  • Venda de Edital: de segunda a sexta-feira, em horário comercial, na rua Emílio de Menezes, 450, bairro São Francisco

Fonte: [ Bem Paraná ]

Estudo comprova eficiência de plantas no controle de inseto que ataca plantações de citros na região

26 de setembro de 2007.

AMAZÔNIA – Um estudo desenvolvido no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) revelou que a manipueira de mandioca – líquido que sai da prensa, no processo de fabricação da farinha de mandioca, apresenta forte odor e, se fervido durante cinco horas vira tucupi – e a erva-de-rato -Palicoure Marcgravii, também conhecido como cafezinho ou vick – são eficientes inseticidas no combate ao pulgão preto de citros, inseto que ataca as lavouras de tangerina, laranja e limão.

A pesquisa foi desenvolvida no Programa Integrado de Pós-Graduação em Biologia Tropical e Recursos Naturais (Mestrado em Agricultura do Trópico Úmido), pela pesquisadora Adriana Dantas Gonzaga, com bolsa financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam).

O pulgão preto ataca principalmente os brotos das plantas cítricas, sugando-lhes a seiva, o que provoca o encarquilhamento e atrofiamento das folhas e brotos. Além disso, ele libera uma substância açucarada que permite o desenvolvimento de um fungo negro conhecido como fumagina. O inseto também transmite o vírus da tristeza dos citros em plantas sadias.

De acordo com a pesquisadora, a citricultura do Estado do Amazonas apresenta grande incidência do pulgão preto dos citros. “São insetos que geram anualmente grandes perdas econômicas aos citricultores da região, através dos danos diretos e indiretos”.

Pesquisa

O estudo avaliou o grau de mortalidade dos dois extratos feitos à base dessas plantas e constatou que ambos foram eficientes, com uma diferença estatística insignificante do segundo: o extrato da manipueira conseguiu eliminar metade dos insetos utilizados nos testes de laboratório em 33 horas e 42 minutos; a erva-de-rato fez o mesmo efeito em 33 horas e 40 minutos.

A pesquisa pode contribuir para reduzir os custos de produção de cítricos na região, com o uso de inseticida natural e preço mais acessível. A erva-de-rato, por exemplo, é uma planta encontrada nas bordas das matas, nas capoeiras e em pastos recém-formados. Já a manipueira de mandioca é retirada da massa para a obtenção da fécula ou farinha de mandioca. A maior parte desse produto é inutilizada pelos produtores de farinha de mandioca na região.

A pesquisadora afirma, no entanto, que a eficiência dos extratos de manipueira de mandioca e de erva-de-rato no controle do pulgão preto de citros, verificada em condições de laboratório, precisa ser testada em ensaio de campo, assim como precisam ser investigados o efeito residual e o tempo de carência desses extratos vegetais e os impactos sobre os inimigos naturais (outras espécies de insetos).

Fonte: INPA – A.L – disponível online em: [ Portal Amazônia ]

Insumos orgânicos: à espera da lei

26/09 – 11:57 – Agência Estado

À espera da aprovação do decreto que regulamenta a Lei 10.831/2003 – a “Lei dos Orgânicos”, há quase dois anos em análise no Ministério da Agricultura e na Casa Civil -, fabricantes de insumos naturais também aguardam modificações na legislação no que diz respeito ao registro desses produtos.

Segundo o pesquisador Marcelo Augusto Boechat Morandi, da Embrapa Meio Ambiente, a dificuldade e o custo para obter o registro tornam inviável a produção de extratos vegetais, caldas, fertilizantes e condicionadores de solo, organismos vivos e material propagativo.

“Quem produz deve ter registro no Ministério da Agricultura, mas o processo é lento e caro, pois não há na lei diferenciação para insumos orgânicos”, diz. Isso significa que o registro de uma calda natural segue os mesmos critérios de um defensivo químico. “O custo é alto por causa dos testes toxicológicos, nem sempre apropriados”, diz. “Se houver uma lei que regule o setor, o processo ficará mais simples e ágil.”

Respaldo legal

Para o presidente da Associação das Indústrias de Substratos, Fertilizantes Orgânicos e Condicionadores de Solo (Abisolo), Carlos Augusto Mendes, falta respaldo legal para a produção desses insumos. Ele, assim como a Associação dos Produtores de Agricultura Natural (Apan), acredita que, com a aprovação da lei dos orgânicos, serão definidos critérios de produção, comércio e fiscalização. “Isso padronizará o setor e representará um ganho imenso em qualidade.” A cadeia produtiva reuniu-se semana passada, em Jaguariúna (SP), e o próximo passo, diz Morandi, é promover, em dezembro, um encontro em Brasília (DF), com a participação de representantes dos Ministérios da Agricultura, da Saúde e do Meio Ambiente.

Fonte: [ Último Segundo ]

Floresta esverdeia mesmo sem receber chuva na Amazônia

O sistema antiestresse da floresta amazônica, pelo menos na severa seca de 2005, funcionou melhor do que o esperado. Na edição de sexta-feira (21) da revista científica “Science”, pesquisadores mostram como a região, mesmo sem água, registrou um rebrotamento de suas plantas em muitas áreas.

A chuva sumiu, mas mesmo assim a Amazônia ficou mais verde – e não mais seca, como os modelos previam – depois da pior estiagem em 60 anos.

“O ecossistema não se mostrou negativamente reativo ao estresse hídrico”, afirma em língua de cientista Humberto da Rocha, do IAG – Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP – Universidade de São Paulo. Ele é um dos autores do artigo.

Entre as várias condicionantes que agem sobre a floresta, o estímulo dado pelo calor e pela radiação acabou sendo mais forte do que a falta d’água. “Isso sugere que a reação ao estresse hídrico pode ser muito menor que pensávamos”, diz Rocha.

Mas a aparente boa notícia não é suficiente para espantar o fantasma da savanização de boa parte da região amazônica, caso o aquecimento médio da temperatura na região seja mais constante.

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Os prazeres da mesa

Conceito do slow food se espalha por RP pregando espaço para alimentos orgânicos e mais tempo para refeições

ANGELITA BEATRIZ
Especial para a Gazeta de Ribeirão

Sentar-se à mesa em ambiente tranqüilo, ter uma alimentação saudável na companhia de pessoas queridas e redescobrir o sabor e o aroma dos alimentos é a filosofia do movimento slow food (cozinha lenta, em inglês). Uma associação internacional sem fins lucrativos criada na Itália em 1986 para contestar o fast food e a produção de alimentos em massa. O movimento surgiu há pouco tempo e já tem mais de 80 mil membros em 120 países. O Brasil conta com apenas 500 associados e em Ribeirão Preto, o movimento vem ganhando adeptos.

Com a polêmica da inauguração de uma loja McDonald’s na Praça de Espanha, em Roma, berço da boa culinária, um grupo de admiradores da gastronomia, liderado pelo jornalista Carlo Petrini fundou Slow food. O objetivo é se opor à padronização do gosto e a manipulação da comida rápida e industrializada. Para o chefe de cozinha João Roberto, do La Pyramide, o alimento é como uma arte que não tem preço. Deve ser visto e consumido devagar para saborear e valorizar o trabalho de quem o fez. “Slow Food é comer pelo prazer do sabor e perceber a arte do preparo”.

O slow food está ligado ao prazer de comer bem com a responsabilidade de defender a herança culinária, as tradições e culturas que tornam possível esse prazer. Permite que as pessoas possam sentir o sabor dos alimentos como uma experiência gratificante, não apenas para saciar a fome. Requer tempo para buscar e preparar alimentos de qualidade com sabor e aroma natural. Um exemplo é o chefe João Roberto que produz, há 30 anos, os temperos e ervas utilizados na sua cozinha.

A base do movimento é preservar o sabor original dos alimentos e a convivência entre pessoas. A psicóloga Paula Mor acredita que essa reunião durante a refeição permite a troca de idéias e experiência entre as pessoas. “Constitui em trocas afetivas que preservam a boa convivência social”. O professor de gastronomia do Senac e integrante do movimento Ulisses Dias diz que o slow food desperta o interesse por comidas e bebidas, além valorizar uma conversa à mesa sem pressa. “Slow food é parar para comer”, diz. A idéia é sentir o que está comendo, resgatar os sabores e entrar no clima.

Reunir amigos em torno da cozinha compartilhando sentimentos e idéias num ambiente agradável merece uma boa refeição preparada com carinho e dedicação. Formada em turismo, Soraia Rollo comanda a cozinha nos encontros. “É maravilhoso poder compartilhar esses momentos com pessoas que a gente gosta e preza”. Soraia vai à procura de alimentos saudáveis e de qualidade. O brócolis sempre verde e de preferência produtos orgânicos. “Prefiro comprar orgânico, mesmo que seja mais caro, mas o sabor compensa”. A futura chefe de cozinha domina o espaço, organiza a mesa e decora os pratos. “É um prazer poder unir amigos e partilhar com eles o prazer de uma boa comida”, completa. “É uma coisa que vai além do imaginado”.

Hoje em dia, parece cada vez mais rara uma refeição entre pessoas do convívio devido aos compromissos. A maior conseqüência disso está nas práticas alimentares inadequadas. A nutricionista do Hospital São Paulo Ana Carolina Pimenta explica que há uma grande procura pelo fast food devido ao estilo de vida atual, onde as pessoas precisam de refeições fáceis e rápidas. “Os fast foods contêm gorduras, açúcares e sais, nutrientes que em excesso podem desencadear problemas nutricionais”.

O slow food celebra a diferença dos sabores, a produção artesanal de alimentos, os pequenos produtores e propostas sustentáveis para pesca e criação de animais. Devolve a cultural da alimentação através da educação do gosto e luta pela defesa da biodiversidade. Visa preservar o meio ambiente, resgatar receitas culinárias e premiar o paladar. O associados Dias, explica que o movimento tem como característica defender a informação para o consumidor, resgatar alimentos esquecidos, valorizar técnicas de cultivo herdados por tradição e receitas caseiras. “O slow food cuida da biodiversidade e preserva os alimentos de cada região”.

O símbolo do movimento é representado pelo caracol. João Roberto diz que slow food é como o caracol, pois tem movimento lento, mas que cresce bem em vários lugares. O movimento prega o respeito à natureza e a preservação do meio em que vivemos. O slow food segue o conceito de eco-gastronômicos, pois associa o prazer e a alimentação com consciência e responsabilidade com o meio ambiente. A prioridade pelo produto orgânico se dá pela qualidade dos alimentos levados a mesa. “A principal razão para o consumo de produtos orgânicos é uma questão de saúde”, opina a nutricionista Ana Carolina Pimenta.

A associação reúne pessoas comuns apaixonadas por gastronomia, grupos de pequenos produtores de alimento, pesquisadores e chefs profissionais. Realiza diversas ações para preservação da biodiversidade e para promover o consumo consciente. É um movimento que celebra o prazer de se alimentar e valoriza os modos tradicionais de se preparar os alimentos. Luta contra o desaparecimento das tradições culinárias regionais e ao desinteresse das pessoas quanto à alimentação.

Arca do Gosto é um catálogo mundial que identifica, localiza e divulga sabores quase esquecidos de produtos ameaçados de extinção. Felizmente ainda vivos, têm potenciais produtivos. O professor Dias esclarece que o objetivo é documentar produtos gastronômicos especiais, que estão em risco de desaparecer. “É redescobrir, catalogar e cuidar para que as pessoas conheçam alimentos nativos quase extintos”. Desde o início da iniciativa em 1996, mais de 750 produtos de dezenas de países foram integrados à Arca.

Ícaro Araújo é formado em Gastronomia em Águas de São Pedro e teve seu primeiro contato com o movimento Slow Food na Itália, onde trabalhou com o sabor dos alimentos. “É precisar acompanhar o alimento desde a produção até o preparo do prato”. O Slow Food, ao contrário do Fast Food, busca saborear o gosto e o paladar dos alimentos. É apreciar de forma lenta ao lado das pessoas que gosta. “Você come primeiro com os olhos, as cores chamam a atenção”. Araújo preparar alimentos diferentes e é ele que cria suas próprias receitas, mas reclama que Ribeirão não tem espaço. “Gostaria de trabalhar aqui, mas não tem área”. Slow Food não é comer muito, mas sim, comer bem. As porções são pequenas e variadas, com a finalidade de apreciar. “É como um ritual”, opina Araújo.

É preciso redescobrir cores e sabores

O catálogo mundial, Arca do Gosto, identificou onze produtos brasileiros ameaçados de extinção. Entre eles estão o arroz vermelho, babaçu, bergamota Montenegrina, farinha de batata doce Krahô, marmelada de Santa Luzia, pirarucu, umbu, palmito Juçara, guaraná nativo Sateré-Mawé, feijão Canapu e Castanha de Baru.

No Brasil também é feito um catalogo, denominado Arco do Sabor, com produtos, pratos, animais, frutas, legumes e verduras que correm riscos de se perderem na memória da população. O especialista em gastronomia Ulisses Dias explica que a Arca do Sabor tem como finalidade cuidar para que as pessoas conheçam os alimentos e sabores regionais. “É preciso documentar e serem lembrados”.

Os principais objetivos das Arcas são salvar os inúmeros grãos, vegetais, frutas, raças de animais e produtos alimentícios que correm perigo de desaparecer devido ao predomínio das refeições rápidas e ao agronegócio industrial.

Preservar o sabor natural e redescobrir alimentos é fundamentar para uma vida saudável. Dias crítica a sociedade que não conhecem o alimento regional e os pais que não ensinam os filhos a comerem bem. “Hoje as crianças só comem frutos de laboratórios, assim a tendência é desaparecer com as variedades”, conclui.
(Gazeta de Ribeirão)

Orgânico: alimento saudável

Slow food está ligado ao conceito de eco-gastronomia, uma vez que reconhece a importância da relação entre o alimento e o meio em que é produzido. O movimento é contra o uso de agrotóxicos e transgênicos, enquanto a agricultura orgânica é vista com bons olhos. Os alimentos cultivados têm de ser, além de saudáveis, saborosos.

O que era difícil de achar nos supermercados está cada dia mais comum. Segundo produtor e comerciante de orgânico Rodrigo Pastova, o consumo de produtos orgânicos vem aumentando, inclusive em Ribeirão Preto. Pastova planta café, banana e mamão no sítio onde também cria vaca e galinha. “São todos produtos 100% orgânicos, a adubagem fica por conta da decomposição de outros vegetais”, afirma.

A nutricionista do Hospital São Paulo, Ana Carolina Pimenta explica que os produtos orgânicos fazem bem para o organismo e para a terra, já que é isento do uso de agrotóxicos e produtos utilizados para o combate de pragas e insetos. “Esses alimentos não causam efeitos de toxicidade ao organismo ao serem consumidos”.

As vantagens do orgânico são múltiplas: a comida fica mais gostosa, a água é protegida, o pequeno agricultor é beneficiado e a biodiversidade é restaurada. O movimento Slow Food acredita que o alimento deve ter bom sabor, ser cultivado de maneira limpa, sem prejudicar a saúde, o meio ambiente ou os animais, além disso, os produtores devem receber o que é justo pelo seu trabalho.
(Gazeta de Ribeirão)

Fonte: [ Gazeta de Ribeirão ]

Alunos quilombolas apresentam projeto de plantas medicinais

Da Redação/MC

Alunos do Ensino Médio da Escola Estadual Zumbi dos Palmares, que fica na comunidade quilombola de Jaraguari, estão elaborando um projeto sobre plantas medicinais usadas na comunidade.

O projeto “Conhecimento Popular sobre Plantas de uso Medicinal na Comunidade Quilombola Furnas do Dionísio” será apresentado hoje na escola. “Um dos principais objetivos é realizar um diagnóstico do saber local visando a elaboração de um programa interdisciplinar de Educação Ambiental”, explica o professor de Biologia Airton

Fonte: [ MidiaMax News ]