Documentário sobre os índios Ashaninkas – Sistema agroflorestal indígena

A gente luta mas come fruta

Vídeo nas Aldeias – documentário sobre o os povos que moram na região do Alto Juruá.

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CTNBio libera experimentos a campo com mosca das frutas transgênica e preocupa importadores europeus

Tephritidae_Ceratitis_capitata,_male

A CTNBio (Comissão Técnica Nacional de Biossegurança) autorizou, em abril deste ano, a realização de experimentos a campo com mosca-das-frutas (Ceratitis capitata) geneticamente modificada. Os experimentos envolvem a liberação de milhões de insetos transgênicos em pomares brasileiros. A data para o início dos testes ainda não foi anunciada.

Espera-se que, quando liberados, os insetos transgênicos cruzem com insetos “selvagens” e que as larvas fêmeas geradas por esses cruzamentos sejam incapazes de atingir a fase adulta. Contudo, muitos dos insetos gerados através desse cruzamento morrerão na fase larval dentro das frutas. O objetivo da tecnologia é reduzir a população natural de moscas das frutas, que atacam pomares de diversas espécies. Mas para que se possa atingir este objetivo a proporção de insetos transgênicos no ambiente deve ser 10 vezes maior do que a população selvagem, o que demandaria a liberação de milhões de insetos transgênicos.

O Brasil é um grande exportador de frutas como melão, manga, uva, maçã, mamão-papaia e ameixa, sendo a Europa seu maior comprador. Em 2013 a Inglaterra e a Holanda foram responsáveis por quase dois terços das exportações, seguidas pela Espanha, EUA, Alemanha, Portugal, França, Uruguai, Emirados Árabes, Canadá, Bangladesh, Itália e Argentina.

No Reino Unido, a ONG GeneWatch está divulgando um alerta sobre o fato de que, com a liberação concedida pela CTNBio, as frutas importadas do Brasil poderão conter larvas transgênicas não autorizadas na Europa.

Na Europa vigora a exigência de que alimentos contendo organismos geneticamente modificados tenham sua segurança avaliada e sejam rotulados, embora nenhum procedimento específico tenha sido adotado até agora para identificar a presença de larvas transgênicas em frutas importadas. Além disso, como alerta a ONG, como o mecanismo genético que determina a morte das larvas só afeta as fêmeas, larvas transgênicas macho podem ainda ser transportadas vivas dentro das frutas.

Genetically modified maggots expected in fruit imports after go-ahead for Brazil GM fruit fly experiments – GeneWatch UK, 04/06/2014

Reunião da CTNBio

(via Boletim AS-PTA)

Onde está a fruta?

Pesquisa do Idec mostra que apesar de usarem e abusarem de imagens e de outras referências a frutas nas embalagens, os alimentos industrializados não contêm quantidades significativas desse ingrediente. Mas isso não fica claro para o consumidor.

Não é preciso ir ao setor de hortifrúti do supermercado para ver frutas. Elas estão na seção de iogurtes, na de sucos de caixinha e refrescos, entre outras com produtos industrializados, estampando as embalagens. Mas quando se trata do conteúdo, não espere encontrá-las de fato nesses alimentos.

Um levantamento realizado pelo Idec com 18 produtos, entre iogurtes, pós para refresco, néctares, gelatinas, sorvetes e isotônicos (veja quais na tabela às páginas 18 e 19), mostra que oito deles não têm nem vestígio de frutas. Os demais apresentam quantidades bem pequenas – na melhor das hipóteses, não passa de 10% do conteúdo, mas há vários deles em que gira em torno de 1%.

Apesar disso, em boa parte dos produtos as referências à fruta têm grande destaque: além de imagens reais ou estilizadas, as frases são em letra maior que a das demais informações do rótulo e ocupam grande parte da embalagem, enquanto a lista de ingredientes fica quase escondida. E o pior é que as empresas não informam claramente no rótulo que o alimento não contém fruta e, quando contém, qual o seu percentual em relação ao restante dos ingredientes.

“As figuras e frases que fazem alusão à fruta são o grande chamariz do produto, mas não correspondem à sua real composição. E como o consumidor não é adequadamente informado disso, pode ser induzido a erro”, aponta Mariana Ferraz, advogada do Idec responsável pela pesquisa.

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Zoológico de Brasília irá cultivar frutas e hortaliças para animais

Primeira colheita no terreno de 12 hectares deve ser feita em março de 2012.
Gastos com alimentação dos bichos giram em torno de R$ 200 mil por mês.

Hortaliças e frutas servidas para os 1.200 animais do Jardim Zoológico de Brasília serão cultivadas em um terreno de 12 hectares, dentro do zoológico, a partir de 2012. Atualmente, de acordo com a direção, os gastos com alimentação dos bichos giram em torno de R$ 200 mil por mês. A primeira colheita deve acontecer em março de 2012. Os técnicos aguardam apenas o fim da chuva em Brasília para fazer o plantio das sementes no terreno.

Todos os dias são consumidos 800 quilos de alimentos e 1,5 tonelada de capim, sem contar com ração, carnes e suplementos. Os animais são alimentados duas vezes ao dia, pela manhã e a tarde.

De acordo com o diretor do zoológico, José Berlamino da Gama Filho, o alimento que será produzido dentro do zoo representará cerca de 40% de economia diária.

“Nós temos a ideia de produzirmos o quantitativo de alimento para os animais que vai desde o capim que é fornecido para a maioria dos herbívoros, até hortaliças e algumas frutas”, explicou.

Para a zootecnista Rafaela Moreira, uma das responsáveis pelos animais, a alimentação mais saudável vai resultar em um melhor desenvolvimento dos bichos. Toda produção deverá ser realizada de forma orgânica.

“Vamos plantar banana a princípio. A gente vai produzir também mandioca, melancia, abóbora, folhagens e outras frutas também. Além da economia, a gente vai certificar a qualidade [dos alimentos]”, afirmou Rafaela.

Fonte: [ G1 ]

Como as frutas ficam maduras? Pergunte ao etileno

Este fito-hormônio gasoso desconecta genes antimaturação, permitindo que a fruta amadureça e se torne saborosa

Amadurecimento natural: O fito-hormônio etileno é o agente responsável pelo processo de amadurecimento das frutas.
por Mandy Kendrick

Um cacho de bananas pendurado na bananeira ou na banca de frutas do supermercado geralmente está verde, bem duro e nada saboroso. Com o passar do tempo, as frutas se tornam macias e doces.

O que as faz amadurecer é uma substância química natural que, na forma sintética, é usada para produzir canos e sacolas plásticas de PVC (cloreto de polivinil) – um fito-hormônio gasoso chamado etileno.

Durante milhares de anos se utilizaram várias técnicas para incrementar a produção do etileno, mesmo sem saber da sua existência.

Antigos colhedores de frutas egípcios abriam os figos com um corte para acelerar o amadurecimento, e fazendeiros chineses colocavam peras em salas fechadas onde queimavam incenso.

Pesquisas revelaram mais tarde que cortes e temperaturas elevadas estimulam a produção de etileno na plantas.

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Orgânicos: preparem-se para ataques oportunistas dos idiotizadores; ou, Como assustar a população mundial com a falácia das bactérias assassinas!

Por Anderson Porto

Eis que finalmente os defensores dos agrotóxicos, dos herbicidas, do NPK, da monocultura, da utilização de máquinas compactadoras do solo, da irrigação e da colheita mecanizada, dos organismos geneticamente modificados, dos transgênicos, das patentes, da concentração do produção de alimentos por meia dúzia de corporações transnacionais etc…

Eis que finalmente eles tem a oportunidade de criticar e de tabela tentar incriminar os alimentos orgânicos por causa da contaminação de cerca de 3 (5? 10?) mil pessoas por uma variedade tóxica da Escherichia coli O104:H4, um microorganismo capaz de produzir uma toxina poderosa e levar um ser humano à morte rapidamente.

Pois bem… Onde está a verdade?

O nome dessa bactéria não me é estranho… E pra vocês? Alguém sabe quem é essa tal de Escherichia coli?

Segundo a Wikipédia, “também conhecida pela abreviatura E. coli é uma bactéria bacilar Gram-negativa, que, juntamente com o Staphylococcus aureus é a mais comum e uma das mais antigas bactérias simbiontes do homem.

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