Arquivo do mês: março 2014

SiSTSP – Mussaenda-rosa (Mussaenda alicia)

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| SiSTSP – Banco de Plantas Notaveis
| Projeto Tudo Sobre Plantas
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NOME CIENTIFICO: Mussaenda alicia
NOME(S) POPULAR(ES): Mussaenda-rosa
FAMILIA (Cronquist): Rubiaceae
FAMILIA (APG): Rubiaceae
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É um arbusto com belo efeito ornamental, que na primavera e verão apresenta um florido intenso, em função das grandes brácteas rosas, formadas na época da floração do arbusto.

Estas brácteas é que conferem à planta o belo visual, pois a flor da mussaenda rosa é amarela e pequena.[2]

Planta indicada para regiões tropicais por não suportar geadas nem muito frio.
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ficha disponivel online em:
http://www.tudosobreplantas.com.br/asp/plantas/ficha.asp?id_planta=15533
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Registro atualizado em: 31/03/2014 22:08:13, por Anderson Porto.
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Apesar de pressão do Instituto Chico Mendes, agricultor agroecológico mantém seu sítio em Paraty

Referência internacional em agroecologia, Zé Ferreira estava sofrendo pressão desde 2012 da administração do Parque Nacional da Serra da Bocaina (PNSB) para sair de seu terreno por conta de supostas questões ambientais.

Zé Ferreira em sua casa alimentando um passarinho. Foto: Arquivo Zé Ferreira

Zé Ferreira em sua casa alimentando um passarinho. Foto: Arquivo Zé Ferreira

Morador desde 1987 no Sítio São José, o agricultor agroecológico José Ferreira da Silva Neto estava sofrendo pressão desde 2012 da administração do Parque Nacional da Serra da Bocaina (PNSB), em Paraty, no Rio de Janeiro, para sair de seu terreno por conta de questões ambientais.

Embora seja referência na região e até reconhecido internacionalmente pela realização de suas “Vivências Agroflorestais”, foi autuado no dia 26/04/2012 por crime ambiental na 01ª Vara Federal de Angra dos Reis. Na tarde da última quarta-feira (19) houve a audiência de julgamento do seu processo.

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), proponente da ação, embora depois tenha solicitado a retirada do processo da esfera criminal não compareceu à reunião para o acordo.

O Ministério Público Federal concordou em deixar a casa do agricultor e de seu filho no terreno, mas exigiu a retirada de algumas instalações. A casa de sementes e o curral, que estava desativado, serão removidos, além do além do paiol da casa do filho Jorge. Também foi acordada a permanência da casa de seu filho, Jorge Ferreira, agricultor agroecológico, em troca da retirada dos banheiros do camping e de uma piscina natural que servia de lazer ao acolhimento dos participantes de seu estágio de vivência.

Zé Ferreira ainda vai pagar uma multa de R$ 1.200,00, que será realizada por meio de uma doação a um asilo em Paraty no valor de R$ 100 durante doze meses. Um documento foi assinado para encerrar o caso. A sociedade civil está circulando uma petição online em seu apoio.

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A primeira vez que uma árvore tão grande foi registrada em foto

Essa árvore de 3.200 anos é tão grande que nunca havia sido registrada em uma única foto

Envolta nas neves de Sierra Nevada, na Califórnia, a sequóia gigante de 3.200 anos de idade, chamada de “A Presidente”, se estende por 75 metros de altura. Duas outras sequoias têm troncos mais largos, mas nenhuma é tão alta, dizem os cientistas que a escalaram.

Árvore de 3200 anos

O tronco tem 7,7 metros de largura e os seus poderosos ramos sustentam 1.487 metros3 de madeira, mais do que qualquer árvore do planeta. Ela ainda acrescenta um metro cúbico de madeira por ano – tornando-se uma das árvores de mais rápido crescimento no mundo.

Sequóias gigantes existem em apenas um lugar, onde “A Presidente” e árvores menores residem – na encosta ocidental da Sierra Nevada, na Califórnia, entre 1500-2400 metros acima do nível do mar.

A equipe penosamente reuniu um conjunto de talhas e alavancas para subir na árvore. Demorou 32 dias para juntarem as 126 fotos separadas, mas eles conseguiram!

Essa-árvore-de-3.200-anos-é-tão-grande-que-nunca-havia-sido-registrada-em-uma-única-foto1

Fonte: [ MisteriosdoMundo ]

via: [ TheMindUnleashed ]

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Romance sonâmbulo

(A Gloria Giner e a Fernando de los Rios)

Verde que te quero verde.
Verde vento. Verdes ramas.
O barco vai sobre o mar
e o cavalo na montanha.
Com a sombra pela cintura
ela sonha na varanda,
verde carne, tranças verdes,
com olhos de fria prata.
Verde que te quero verde.
Por sob a lua gitana,
as coisas estão mirando-a
e ela não pode mirá-las.

Verde que te quero verde.
Grandes estrelas de escarcha
nascem com o peixe de sombra
que rasga o caminho da alva.
A figueira raspa o vento
a lixá-lo com as ramas,
e o monte, gato selvagem,
eriça as piteiras ásperas.

Mas quem virá? E por onde?…
Ela fica na varanda,
verde carne, tranças verdes,
ela sonha na água amarga.
— Compadre, dou meu cavalo
em troca de sua casa,
o arreio por seu espelho,
a faca por sua manta.
Compadre, venho sangrando
desde as passagens de Cabra.
— Se pudesse, meu mocinho,
esse negócio eu fechava.
No entanto eu já não sou eu,
nem a casa é minha casa.
— Compadre, quero morrer
com decência, em minha cama.
De ferro, se for possível,
e com lençóis de cambraia.
Não vês que enorme ferida
vai de meu peito à garganta?
— Trezentas rosas morenas
traz tua camisa branca.
Ressuma teu sangue e cheira
em redor de tua faixa.
No entanto eu já não sou eu,
nem a casa é minha casa.
— Que eu possa subir ao menos
até às altas varandas.
Que eu possa subir! que o possa
até às verdes varandas.
As balaustradas da lua
por onde retumba a água.

Já sobem os dois compadres
até às altas varandas.
Deixando um rastro de sangue.
Deixando um rastro de lágrimas.
Tremiam pelos telhados
pequenos faróis de lata.
Mil pandeiros de cristal
feriam a madrugada.

Verde que te quero verde,
verde vento, verdes ramas.
Os dois compadres subiram.
O vasto vento deixava
na boca um gosto esquisito
de menta, fel e alfavaca.
— Que é dela, compadre, dize-me
que é de tua filha amarga?
— Quantas vezes te esperou!
Quantas vezes te esperara,
rosto fresco, negras tranças,
aqui na verde varanda!

Sobre a face da cisterna
balançava-se a gitana.
Verde carne, tranças verdes,
com olhos de fria prata.
Ponta gelada de lua
sustenta-a por cima da água.
A noite se fez tão íntima
como uma pequena praça.
Lá fora, à porta, golpeando,
guardas-civis na cachaça.
Verde que te quero verde.
Verde vento. Verdes ramas.
O barco vai sobre o mar.
E o cavalo na montanha.

– Federico Garcia Lorca

Federico_Garcia_lorca_alumno

Federico Garcia Lorca nasceu na região de Granada, na Espanha, em 05 de junho de 1898, e faleceu nos arredores de Granada no dia 19 de agosto de 1936, assassinado pelos “Nacionalistas”. Nessa ocasião o general Franco dava início à guerra civil espanhola. Apesar de nunca ter sido comunista – apenas um socialista convicto que havia tomado posição a favor da República – Lorca, então com 38 anos, foi preso por um deputado católico direitista que justificou sua prisão sob a alegação de que ele era “mais perigoso com a caneta do que outros com o revólver.” Avesso à violência, o poeta, como homossexual que era, sabia muito bem o quanto era doloroso sentir-se ameaçado e perseguido. Nessa época, suas peças teatrais “A casa de Bernarda Alba”, “Yerma”, “Bodas de sangue”, “Dona Rosita, a solteira” e outras, eram encenadas com sucesso. Sua execução, com um tiro na nuca, teve repercussão mundial.

A poesia acima foi extraída de sua “Antologia Poética”, Editora Leitura S. A. – Rio de Janeiro, 1966, pág. 53, tradução e seleção de Afonso Felix de Sousa.

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Como os lobos mudam os rios

Quando os lobos foram reintroduzidos no Parque Nacional de Yellowstone, nos Estados Unidos, depois de estarem ausentes por quase 70 anos, a mais notável “cascata trófica” ocorreu.

O que é uma cascata trófica e exatamente como lobos mudam rios? George Monbiot explica nesse filme.

Assista à palestra completa, aqui: http://bit.ly/N3m62h

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Jean Wyllys protocola projeto que pede a regulamentação da maconha

Para deputado, “guerra às drogas” é um fracasso que apenas criminaliza jovens da periferia. “Parlamento brasileiro precisa reconhecer que a política de ‘guerra às drogas’ é um fracasso e só produz violência, morte e a criminalização da pobreza”, acredita

Por Redação

jean_wyllys

O deputado federal Jean Wyllys (Psol-RJ) protocolou na tarde hoje (19) o projeto de lei 7270/2014 que visa regulamentar o plantio, o uso recreativo e a comercialização da maconha em todo o território brasileiro. Wyllys afirma que o “parlamento brasileiro precisa reconhecer que a política de ‘guerra às drogas’ é um fracasso e só produz violência, morte e a criminalização da pobreza”.

Na defesa de seu projeto, Wyllys questiona a “legislação que proíbe a maconha e as outras drogas de um lado e, por outro lado, todo um sistema de produção e comercialização que funciona, sem qualquer impedimento, no mundo real”. O parlamentar também argumentou que quase sempre quem morre na mão da polícia ou de uma facção rival são “os pobres, favelados e na maioria dos casos, jovens negros” e que, logo depois que morrem, são substituídos e o comércio ilegal continua.

Jean Wyllys também declarou que é necessário haver um controle sobre a qualidade da substância comercializada. “Ninguém sabe a composição da droga que é vendida, sua qualidade não passa por qualquer tipo de fiscalização nem precisa se adequar a nenhuma norma, o consumidor não recebe qualquer tipo de informação relevante para a sua saúde e segurança, diversos processos de industrialização (como o prensado de maconha para fumo com amônia, altamente tóxica) são realizados sem qualquer fiscalização. Não há restrições à venda que impeçam o acesso dos menores de idade a esse comércio ilegal — seja como compradores, seja como vendedores ou ‘soldados’ do tráfico. Está tudo errado!”, criticou.

Wyllys reconheceu que o projeto é polêmico, mas disse esperar que a partir do seu PL seja realizado um debate nacional e declarou que o “Brasil precisa mudar”. Além da Câmara dos Deputados, no Senado também corre uma iniciativa que está sob relatoria do senador Cristovam Buarque (PDT-DF), que vai realizar uma série de audiências públicas podendo, posteriormente, construir um projeto de lei sobre o assunto.

Para conhecer o projeto de lei sobre a regulamentação e comercialização da maconha no Brasil, do deputado Jean Wyllys, [ clique aqui ].

Fonte: [ Portal FORUM ]

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Você sabia de onde vinha esse alimento? – parte 1

Abacaxi (Ananas comosus)
abacaxi
abacaxi-2

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A Revolução dos Cocos

Recente e representativo fato histórico ocorrido em Bougainville, ilha existente no continente da Oceania.

Reconhecido de diferentes maneiras, a Revolução de Bougainville ou Guerra Civil de Bougainville, ou até mesmo a Revolução dos Cocos, ocorreu durante os anos de 1988 à 1997 e foi um conflito armado entre o governo da Papua Nova Guiné e o movimento pela independência da ilha (a maior das Ilhas Salomão).

O movimento, então composto por um grupo de mineiros, cria o Exército Revolucionário de Boungainville (Bougainville Revolutionary Army ou BRA, como ficou conhecido) e inicia uma rebelião separatista.

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Depoimento: mãe de maconheiro

Quando o assunto envolve mãe e maconha logo imaginamos mais um caso de atrito familiar, mas desta vez é diferente sendo um caso de apoio ao debate e esclarecimento em família.

“Mãe que é mãe respeita e ama, mesmo não concordando!!!”

Fonte: [ Smoke Buddies ]

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ANVISA da Espanha manda tirar todas as Goji Berries do Mercado devido a alto grau de toxidade

gojyberry

TEXTO TRADUZIDO via Google Translate (com adaptações)

A Organização de Consumidores e Usuários (OCU) exigiu ontem a Agência de Segurança Alimentar Espanhol ( AESAN ) Marketplace que retirasse 10 marcas de Goji berries com metais pesados ​​e pesticidas detectados. A denúncia vem depois de analisar 10 amostras em Madrid e Barcelona. Saúde confirmou ontem a legalidade do produto e a segurança do consumidor, mas acrescentou que nem todos os benefícios atribuídos a este tipo de produtos são cientificamente comprovados.

OCU analisou a Int-salim, Parami, Manantial saúde, tibetano Berries Carrefour (Ferrer embalagem Segarra), Tibetinas, Marini Natura, Nuts Herranz, A. Carretero Nozes, castanhas DLV ofício Tostadero marcas (Eroski) e Goji Berries Snacks Medina (Hipercor). De acordo com o estudo, existem cádmio (duas marcas), chumbo (nove) e cobre, bem como 13 pesticidas, com “marcas que utilizam até 10 pesticidas diferentes.”

“O realmente sério”, disse o OCU , “é que, das 13 substâncias utilizadas como pesticidas, três não estão autorizados na União Europeia” (Cyhalotrin, Fenpropathrin, Fenvalerate). Além disso, substâncias autorizadas são usadas, mas acima dos limites, como a cipermetrina e acetamiprida, tanto irritante. No entanto, a OCU garante que a ingestão destas bagas de goji não vai causar intoxicação aguda, porque “seria necessário comer quilos de bagas que essas substâncias fazem efeito imediato”, embora o seu consumo “pode ter efeitos a longo prazo”.

A popularidade do Gogi bagas -como passas, de cor avermelhada e sabor amargo começou em fóruns de Internet naturista web-page das promessas originais produtos tibetanos curar quase qualquer doença, e sua propagação da palavra boca quebrou marcas. Dentro de semanas, as lojas de grandes cheias de bandejas de frutas, os mercados colocou ao lado das caixas e veio a formar longas filas para comprá-los.

TEXTO ORIGINAL

La Organización de Consumidores y Usuarios (OCU) exigió ayer a la Agencia Española de Seguridad Alimentaria y Nutrición (AESAN) que retire del mercado 10 marcas de bayas de Goji al haber detectado metales pesados y pesticidas. Esta denuncia se produce tras haber analizado 10 muestras en Madrid y Barcelona. Sanidad ratificó ayer la legalidad del producto y su inocuidad para los consumidores, si bien añadió que no todos los beneficios que se atribuyen a este tipo de productos están demostrados científicamente.

a OCU ha analizado las marcas Int-salim, Parami, Manantial de salud, Bayas tibetanas Carrefour (envasado de Ferrer Segarra), Tibetinas, Marini Natura, Frutos secos Herranz, Frutos secos A. Carretero, Frutos secos DLV Tostadero artesanal (en Eroski), y Bayas de Goji Aperitivos Medina (Hipercor). Según su estudio, hay cadmio (en dos de las marcas), plomo (en nueve) y cobre, así como 13 pesticidas, con “marcas que emplean hasta 10 pesticidas diferentes”.

“Lo realmente grave”, señala la OCU, “es que, de las 13 sustancias empleadas como pesticidas tres no están autorizadas en la UE” (Cyhalotrin, Fenpropatrin, Fenvalerato). Además, se usan sustancias autorizadas pero por encima de los límites establecidos, como la cipermetrina y acetamiprid, ambas con efecto irritante. Pese a todo, la OCU asegura que la ingesta de estas bayas de Goji no va a causar una intoxicación aguda, ya que “sería necesario ingerir kilos de bayas para que esas sustancias hicieran efecto inmediato”, si bien su consumo “puede tener efectos a largo plazo”.

La popularidad de las bayas de Gogi -similares a las pasas, de color rojizo y sabor amargo- comenzó en foros naturistas de Internet -la página web del producto original tibetano promete la curación de prácticamente cualquier enfermedad- y su difusión boca a boca batió marcas. En cuestión de semanas, las grandes superficies se llenaron de bandejitas de bayas, los mercados las colocaron junto a las cajas y se llegaron a formar largas colas para adquirirlas.

Fonte: [ Comida Ecológica ]


[edit: 27/03/2014]
Comunicado da AECOSAN (Agencia Española de Consumo, Seguridad Alimentaria y Nutrición), em 22/07/2010

A la vista del comunicado hecho público por la Organización de Consumidores y Usuarios (OCU), en relación a la presencia de metales pesados y plaguicidas en el producto denominado como Bayas Goji, y de la información remitida a esta Agencia, manifestamos que:

En relación a los metales pesados, teniendo en cuenta que se presenta como producto desecado y de acuerdo con los límites establecidos en la legislación europea vigente, no se sobrepasan los valores permitidos.

En relación a los plaguicidas, se encuentran dentro de los límites legales, a excepción de una muestra que supera el límite establecido para un plaguicida en una centésima.

Así pues a la vista de estos datos y teniendo en cuenta que tampoco se trata de una muestra reglamentaria, desde la AESAN no se estima la pertinencia de proceder a la retirada solicitada por OCU, asimismo, queremos aclarar que no existe ningún riesgo inmediato para la salud, para las personas que hayan consumido este producto.

También ponemos de manifiesto que no existen evidencias científicas que avalen la publicidad sobre los efectos saludables que a veces se realizan de este tipo de productos.

Fonte: [ AECOSAN ]

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