“A Máfia Médica" – entrevista com Ghislaine Lanctôt

Dra. Ghislaine Lanctôt

“A Máfia Médica” é o título do livro que custou à doutora Ghislaine Lanctot a sua expulsão do colégio de médicos e a retirada da sua licença para exercer medicina. Trata-se provavelmente da denuncia, publicada, mais completa, integral, explícita e clara do papel que forma, a nível mundial, o complot formado pelo Sistema Sanitário e pela Industria Farmacêutica.

O livro expõe, por um lado, a errónea concepção da saúde e da enfermidade, que tem a sociedade ocidental moderna, fomentada por esta máfia médica que monopolizou a saúde pública criando o mais lucrativo dos negócios.

Para além de falar sobre a verdadeira natureza das enfermidades, explica como as grandes empresas farmacêuticas controlam não só a investigação, mas também a docência médica, e como se criou um Sistema Sanitário baseado na enfermidade em vez da saúde, que cronifica enfermidades e mantém os cidadãos ignorantes e dependentes dele. O livro é pura artilharia pesada contra todos os medos e mentiras que destroem a nossa saúde e a nossa capacidade de auto-regulação natural, tornando-nos manipuláveis e completamente dependentes do sistema.

A seguir, uma bela entrevista à autora, realizada por Laura Jimeno Muñoz para Discovery Salud:

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Planta pode ser útil em combate a Aids

Cientistas descobriram uma molécula a partir de uma planta do Piauí que promete uma revolução nos estudos contra a Aids

Em parceria com cientistas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), uma pesquisa realizada por um laboratório de Campinas, descobriu uma molécula a partir de uma planta do Piauí que promete uma revolução nos estudos contra a Aids. A substância retirada do látex do vegetal consegue entrar no chamado “santuário” do vírus, local no interior das células onde outras medicações não conseguem atuar, extraí-lo e permitir que o vírus seja morto pelo coquetel antiviral.

Um dos grandes desafios encontrados por bioquímicos que pesquisam drogas contra a doença é conseguir destruir os vírus que se alojam no interior das células infectadas sem matá-las. O coquetel atualmente administrado aos pacientes conseguem eliminar os vírus que ficam fora das células, mas os que se localizam no DNA ou se alojam no citoplasma — em estado de latência (inativos) — não são atingidos e voltam a se multiplicar quando a medicação é suspensa.

Os primeiros testes mostraram que a substância extraída do látex da planta foi capaz de ativar 80% dos vírus que ficam “escondidos” no DNA, enquanto testes realizados em outros laboratórios obtinham cerca de 20% de sucesso com outras moléculas testadas. “Várias empresas já testaram outros tipos de moléculas com esse tipo de ação, mas costumavam ser tóxicas. Essa descoberta mostra que podemos reduzir drasticamente o reservatório de vírus, o que pode levar à cura do paciente”, afirma o pesquisador da UFRJ e consultor do Programa Nacional de Aids, Amílcar Tanuri.

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Visita ao Jardim Botânico Plantarum

por Anderson Porto

Domingo, 13 de novembro de 2011, partimos do aeroporto do Galeão rumo à Campinas. De lá, fomos para um hotel em Paulínia, dormimos e no dia seguinte, após o café, começamos o planejamento do que fazer nos próximos dias.

Na segunda fomos de ônibus para o local do evento. Deixo aqui registrado que na hora de entrar, após enfrentar uma fila danada, embaixo de chuva, a revista da organização jogou no lixo meu guarda-chuva, um lápis de olho de minha mulher e uma garrafinha d’água. Sim, vocês leram direito: jogaram no lixo!

Aquilo me tirou boa parte da animação e acabou se refletindo mais tarde, depois de andar pra lá e pra cá, sem ter onde descansar a não ser sentar numa calçada molhada ou tentar a sorte numa arquibancada lotada. Passadas algumas horas, resolvemos ir embora, sem forças para ver o restante dos shows.

Terça, dia 15 de novembro, acordamos cansados do shows do SWU. O dia amanhaceu chovendo forte, aguaceiro que nublou a visão do horizonte e durou toda a parte da manhã. E agora? Feriado, sem ter muito o que fazer, fomos conhecer o shopping de Paulínia.

Após o almoço, lá pelas duas da tarde, a chuva finalmente resolveu dar um tempo. Aquilo me animou! Liguei para o Instituto Plantarum para confirmar se o Jardim Botânico estava aberto. Estava! Pegamos um taxi e fomos até Nova Odessa – sem nem pensar em como seria a volta.

Chegamos no Instituo Plantarum. O coração disparou quando o portão se abriu e lá fomos nós.

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O Raleio na Fruticultura

por Eng° Agr° Valério Pietro Mondin¹

O raleio ou desbaste de frutas é a retirada ou eliminação do excesso de frutas produzidas pela planta, bem como daquelas defeituosas ou não desejáveis.

Objetiva deixar a produção em equilíbrio com o vigor e a capacidade da planta, mantendo melhores frutos, bem distribuídos, bem como, manter a capacidade produtiva para a safra seguinte.

Poderá ser adaptado ao tipo e intensidade de poda, ao sistema de condução, ao vigor da planta, à densidade do pomar, à fertilidade do solo, à situação fitossanitária, à disponibilidade de água, entre outros fatores.

Pode-se acreditar, às vezes, que a poda bem feita possa dispensar o raleio. Isso é praticamente impossível. Só com a poda não se consegue deixar a quantidade adequada de frutas, da melhor qualidade e na melhor distribuição.

O raleio não é obrigatório para todas as espécies e cultivares. Existem aquelas que não respondem bem a esta prática. Apresenta, no entanto, para outras, uma série de benefícios à produção e à qualidade das frutas, no transcorrer das safras, com repercussão positiva nos aspectos econômicos.

BENEFÍCIOS DO RALEIO

Evitar alternâncias de safras
Muitas variedades tendem a produzir frutas em excesso, enfraquecendo a planta e as suas reservas nutricionais para a safra seguinte. Com o raleio, consegue-se melhor equilibrar o estado nutricional da planta. Obtém-se, assim, boa produção de frutas, na safra em andamento, bom desenvolvimento vegetativo e boa formação de gemas frutíferas para a próxima safra.

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ANVISA diz que consumo de alimentos à base de aloe vera não é seguro

Informe Técnico publicado nesta quinta-feira (17/11) pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aponta que alimentos e sucos à base de aloe vera não devem ser consumidos pela população. Isso porque não há comprovação de segurança de uso desses alimentos.

A aloe vera é uma planta conhecida popularmente como babosa. No Brasil, tem o uso autorizado em produtos cosméticos e em medicamentos fitoterápicos de uso tópico com a função cicatrizante. Por ser classificada na categoria de “novos alimentos”, a aloe vera precisa de registro junto a Anvisa para ser comercializada em alimentos.

Entretanto, todos os documentos científicos apresentados para a Anvisa, em pedidos de registro de alimentos à base aloe vera, foram insuficientes para comprovar que o consumo desses alimentos não representa risco para a saúde da população. A Agência constatou, ainda, ausência de estudos toxicológicos sobre esse produto.

O Informe Técnico indica que as substâncias antraceno e antraquinona, presentes na aloe vera, são mutagênicas, ou seja, podem causar mutação nas células humanas. Segundo o documento, aloe vera apresenta produtos de biotransformação potencialmente tóxicos, assim não possuem efeitos somente imediatos e facilmente correlacionados com sua ingestão, mas também efeitos que se instalam em longo prazo e de forma assintomática, podendo levar a um quadro clínico severo, algumas vezes fatal.

Na última segunda-feira (14/11), a Anvisa proibiu a venda, fabricação e importação de alimentos e bebidas à base de aloe vera. Em alimentos, essa substância só pode ser utilizada como aditivo na função de aromatizantes.

Confira [ aqui ] o Informe Técnico.

Fonte: [ ANVISA ]

Anvisa divulga primeira edição do Formulário Nacional de Fitoterápicos

O Brasil ganhou sua primeira edição do Formulário Nacional de Fitoterápicos. A publicação, que integra a Farmacopeia Brasileira, traz 83 monografias de medicamentos, como infusões, xaropes e pomada. A expectativa é que o uso e a produção de fitoterápicos no país ganhe impulso, já que o Formulário define padrões únicos para a fabricação dos medicamentos e permite à indústria a fabricação dos medicamentos dentro de parâmetros exigidos. Na prática, o documento é um tipo de guia para a fabricação de medicamentos fitoterápicos.

No Formulário estão registradas informações sobre a forma correta de preparo e as indicações e restrições de uso de cada espécie. Os requisitos de qualidade estão definidos de forma específica para a farmácia de manipulação e farmácias vivas. Para a diretora da Anvisa Maria Cecília Brito, a publicação é um marco no desenvolvimento de fitoterápicos. “O ineditismo deste trabalho vai fazer com que iniciemos um processo que o Brasil necessita há muito tempo”, defende Cecília.

Já o diretor-presidente da Anvisa, Dirceu Barbano, defende um avanço na produção de fitoterápicos. “Nós temos uma das maiores biodiversidades do planeta e ainda somos um país com baixa participação no mercado de fitoterápicos”, explica Barbano.

Desde 1978, a Organização Mundial da Saúde reconhece oficialmente o uso de fitoterápicos. No Brasil, a política de uso de plantas medicinais teve início em 1981. Mais recentemente o decreto 5.813/2006 instituiu a Política Nacional de Plantas Medicinais.

A aprovação do Formulário Fitoterápico está na resolução RDC 60/2011, publicada nesta sexta-feira (11/11) no Diário Oficial da União. A utilização do formulário entre em vigor no prazo de 90 dias.

Leia a [ RDC 60/2011 ]

Acesse o [ Formulário Nacional de Fitoterápicos ]

Fonte: [ ANVISA ]

Os 5 passos para livrar o corpo da intoxicação causada pela poluição do Ar nas grandes cidades brasileiras

Médicos reunidos no II Congresso Internacional de Medicina Ambiental, em São Paulo, vão discutir as formas de diagnosticar, tratar e prevenir as doenças ambientais.

Só em São Paulo, cerca de quatro mil pessoas morrem por ano por causa de problemas causados pela poluição do ar. O custo para a saúde, somando-se internações, mortalidade e redução da expectativa de vida, chega a US$ 1,5 bilhão de dólares aos cofres públicos brasileiros.

“As doenças ambientais podem ser incapacitantes e podem ter relação com o local de trabalho, moradia, escola e serem causadas por fatores ambientais contidos nos alimentos, na água e no ar das grandes cidades”, afirma a médica Maria Emilia Gadelha Serra, Vice-Presidente da futura Academia Nacional de Medicina Ambiental (ANMA) e da Comissão Científica do II Congresso Internacional de Medicina Ambiental (II CIMA), que será realizado nos dias 19 e 20 de novembro, no Hotel Macksoud Plaza, em São Paulo.

O Congresso será focado no reconhecimento de que fatores ambientais causadores de doenças ao indivíduo podem ser diagnosticados, tratados e prevenidos. “Na medicina ambiental precisamos conhecer o ambiente em que vivemos. Ao fazê-lo, temos a possibilidade de intervir em doenças inflamatórias e crônicas complexas através do reconhecimento dos fatores ambientais que afetam a expressão genética, o funcionamento bioquímico do corpo e que podem lesar estruturas celulares importantes, como as mitocôndrias”, afirma a Dr a. Maria Emilia Serra.

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